sicnot

Perfil

Mundo

Camionistas franceses bloqueiam estradas e portos contra a reforma laboral

Camionistas franceses circularam hoje de manhã lentamente, bloqueando portos, refinarias e outros centros industriais por todo o país, no início de uma nova jornada de greves e manifestações contra a reforma laboral do Governo do Presidente François Hollande.

reuters

Quatro sindicatos e três organizações de estudantes convocaram uma série de protestos, que vão ter continuidade ao longo da semana até quinta-feira, com greves convocadas para o setor dos comboios e no controlo aéreo.

Esta manhã, pelas 08:00 locais (06:00 em Lisboa), o Centro Nacional de Informação Viária (CNIR) constatava diversas "operações caracol" de camiões, que circulavam lentamente em pontos estratégicos da rede rodoviária francesa, nas zonas de Vitrolles (próximo de Marselha), Rennes, Caen, Nantes ou Saint Omer (próximo do porto de Calais).

Alguns acessos ao porto de Saint Nazaire (oeste) encontravam-se bloqueados, como também as entradas na refinaria de Donges. Em Le Havre (noroeste), o encerramento de muitas estradas pelos camionistas juntou-se ao protesto dos estivadores do porto.

À margem dos camionistas -- que se queixam em particular de que a reforma laboral diminuirá a retribuição das suas horas extraordinárias -- o protesto vai traduzir-se em novas manifestações, como a que está convocada para a tarde de hoje em Paris.

O principal sindicato organizador, a Confederação Geral do Trabalho (CGT), convocou para quarta-feira uma greve na companhia ferroviária SNFC.

Para quinta-feira, a greve deverá afetar o setor da aviação, já que foi lançada uma convocatória pelos controladores aéreos.

O Presidente francês, François Hollande, disse hoje que não irá ceder e que a lei da reforma laboral irá ser aprovada, justificando o seu conteúdo, que é resultado de "um compromisso" com os "sindicatos reformistas".

  • Negócios do Fogo
    22:00
  • Direção da Raríssimas na Madeira demitiu-se em setembro
    1:58

    País

    Três representantes da Raríssimas na ilha da Madeira demitiram-se, em setembro, de costas voltas para a direção. A delegação da instituição na ilha começou em 2015 e fechou com as três demissões. Em entrevista à SIC, uma das antigas delegadas afirmou que todos os fundos angariados foram para a sede, em Lisboa, ficando depois sem dinheiro para pagar as despesas.

  • Deputado do PSD recusa vice-presidência da Raríssimas
    1:58

    País

    Nas reações políticas ao caso da Raríssimas, o PSD e CDS dizem que é preciso acionar todos os mecanismos legais apropriados para averiguar a situação. O deputado social-democrata, Ricardo Baptista Leite, que tinha sido convidado recentemente para vice-presidente da instituição, diz que já não há condições para tomar posse.

  • Turistas aproveitam nevão na Serra da Estrela
    1:23
  • Fortes nevões no norte da Europa
    0:59
  • Dezenas de feridos em protestos contra decisão de Trump em Israel
    1:55
  • A brincadeira de um youtuber que podia ter acabado mal

    Mundo

    Um jovem youtuber inglês enfiou a cabeça num saco de plástico, prendeu-a na parte interna de um microondas e encheu depois o eletrodoméstico com cimento. A brincadeira, que podia ter acabado de forma trágica, deixou o jovem completamente preso e obrigou à intervenção dos serviços de emergência.

    SIC

  • "Popeye" russo pode ter que amputar braços

    Mundo

    Um jovem russo injetou um óleo no corpo para conseguir ter músculos, mais propriamente nos seus braços, que já cresceram cerca de 25 centímetros. Contudo, segundo um médico, o procedimento pode levar à necessidade de amputação, deixando o jovem sem os membros.