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Primeiro-ministro do Canadá acusado de agressões físicas a deputados no Parlamento

O primeiro-ministro do Canadá, Justin Trudeau (liberal), foi na quarta-feira acusado pela oposição de dar empurrões e cotoveladas em deputados em pleno Parlamento, tendo mesmo acabado por se desculpar.

© Chris Wattie / Reuters

Justin Trudeau foi acusado de empurrar os deputados da oposição que se encontravam de pé na Câmara dos Comuns, antes da votação do projeto de lei sobre a morte assistida para doentes terminais.

Após alguma discussão entre deputados do Partido Conservador (PC, direita) e do Partido dos Novos Democratas (NDP, esquerda), Trudeau foi tentar acalmar os ânimos, empurrando-os para desimpedirem o corredor e se sentassem, para que se pudesse efetuar a votação.

Ao empurrar o deputado conservador Gord Brown, o primeiro-ministro do Canadá atingiu com o braço, alegadamente, o peito da deputada do NDP Ruth-Ellen Brosseau, o que gerou uma intensa discussão entre Trudeau e o líder do NDP, Thomas Mulcair.

Momentos depois, Justin Trudeau pediu desculpas, mencionando que alguns deputados estavam a bloquear a área dos Conservadores, antes da votação do lei, o que foi uma falta de respeito para com o parlamento.

O primeiro-ministro admitiu que pode ter tido acidentalmente um "contato com outros deputados" e pediu desculpa se "alguém ficou ofendido".

O presidente do Parlamento ('speaker'), Geoff Regan, repreendeu o primeiro-ministro, mencionando que ninguém deve empurrar ninguém, mas disse que ficou satisfeito pelo "pedido de desculpas" de Trudeau.

O pedido de desculpas não satisfez, porém, a oposição.

A deputada do NDP Niki Ashton sugeriu que a "cotovelada" a Brosseau foi uma "agressão" e os líderes da oposição na Câmara dos Comuns consideraram o comportamento de Trudeau "vergonhoso".

Também o deputado Andrew Scheero, antigo 'Speaker' conservador, disse que o primeiro-ministro "pareceu claramente ter perdido o temperamento".

Lusa

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