sicnot

Perfil

Mundo

Rússia propõe bombardeamentos conjuntos com EUA contra jihadistas na Síria

Moscovo propôs hoje que a Rússia e os Estados Unidos façam bombardeamentos conjuntos contra os jihadistas na Síria a partir da próxima semana.

(Arquivo)

(Arquivo)

© Khalil Ashawi / Reuters

"Estamos a propor aos Estados Unidos, como copresidentes do Grupo Internacional de Apoio à Síria (International Syria Support Group, ISSG), participarem a partir de 25 de maio em operações conjuntas das forças aéreas russas e das forças aéreas da coligação", disse o ministro da Defesa russo, Serguei Shoigu.

Segundo a imprensa russa, Shoigu, que falava numa reunião de alto nível no Ministério da Defesa, os comandos militares de ambos os países já começaram a articular "estas medidas" nas conversações internacionais em Amã e Genebra.

Estas operações conjuntas teriam como objetivo "os destacamentos da Frente al-Nusra e outros grupos armados ilegais que não apoiam a cessação das hostilidades", disse.

Os ataques visarão igualmente "colunas de armamento e munições e os grupos armados que cruzam a fronteira turco-síria" e "excluem infraestruturas civis e zonas povoadas".

"Propusemos aos Estados Unidos continuar o trabalho com as unidades da oposição 'moderada' para que se juntem ao cessar-fogo e para que sejam determinadas as zonas que controlam", a partir da mesma data, acrescentou.

Estes grupos moderados, precisou, "devem retirar-se das áreas controladas pela Frente al-Nusra e outras organizações terroristas internacionais".

Shoigu afirmou que "estas medidas vão permitir avançar para um processo de solução pacífica do conflito em todo o território da Síria" e foram "combinadas com os dirigentes da Síria".

Lusa

  • Partidos exigem explicações sobre transferências para offshores entre 2011 e 2014

    Economia

    O PS junta-se ao PCP, o Bloco de Esquerda e o PSD no pedido para a audição urgente do antigo e o atual secretário de Estado dos Assuntos Fiscais sobre a falta de controlo do Fisco às transferências de dinheiro para paraísos fiscais. Em causa está a transferência de 10 mil milhões de euros para offshores. O CSD é o único partido que ainda não se pronunciou.