sicnot

Perfil

Mundo

Papa e líder islâmico sunita dialogam sobre a rejeição do terrorismo

O Papa Francisco reuniu-se hoje na Cidade do Vaticano com Ahmed Al Tayeb, o imã da universidade islâmica do Cairo Al Azhar, para abordar o compromisso das autoridades e fiéis das grandes religiões na "rejeição da violência e do terrorismo".

Reuters

O Papa Francisco saudou com um abraço o imã deste importante centro sunita e considerou que "o encontro é a mensagem", após vários anos de interrupção de relações.

Em comunicado, o Vaticano referiu-se a uma reunião "muito cordial" de 30 minutos na qual os dois líderes destacaram o "grande significado deste novo encontro no marco do diálogo entre a igreja católica e o islão".

O "compromisso das autoridades e dos fiéis das grandes religiões para conseguir a paz no mundo, rejeitar a violência e o terrorismo e a situação dos cristãos no contexto dos conflitos e as tensões no Médio Oriente a sua proteção" foram outros temas abordados.

O encontro de hoje é um novo gesto histórico no pontificado de Francisco, pelo facto de Al Azhar, centro islâmico de referência para os sunitas, ter decidido suspender o diálogo com o Vaticano em 2011.

As relações foram interrompidas em protesto pelas declarações do papa Bento XVI sobre a necessidade de proteger os cristãos do Egito e Médio Oriente, pronunciadas após o ataque à catedral copta em Alexandria e que já eram difíceis depois do discurso de Ratzinger sobre o islão, ocorrido em 2006 na universidade de Ratisbona.

Al Azhar é o centro de estudos e jurisprudência islâmico de referência para os sunitas, e até à sua sede egípcia chegam muitos muçulmanos de todo o mundo para estudar o Corão e os ensinamentos do profeta Maomé.

Em fevereiro, representantes da Santa Sé visitaram esta instituição egípcia, a mais prestigiada do islão sunita, para convidar o grande imã a encontrar-se com o Papa Francisco no Vaticano.

  • GNR só teve acesso às imagens das agressões em Alcochete 12 horas depois
    1:42

    Crise no Sporting

    A GNR não pôde visionar as imagens de videovigilância da Academia de Alcochete logo que chegou ao local. O sistema estava inoperacional, o que fez com que as imagens só fossem entregues quase 12 horas depois do ataque à equipa do Sporting. Entre as provas recolhidas, estão também impressões digitais e vestígios de sangue encontrados na zona do balneário.

  • Juiz considera que agressões em Alcochete foram "ato terrorista"
    1:59

    Crise no Sporting

    O juiz que decretou a prisão preventiva dos 23 detidos pelo ataque à Academia do Sporting considera que se tratou de um ato terrorista. Diz mesmo que os agressores tiveram um comportamento chocante e que perverte o espírito desportivo. Sete dos 23 detidos já foram condenados por outros crimes, mas não chegaram a pena de prisão.

  • Gonçalo Guedes: o menino franzino que jogava mais que os outros em Benavente
    8:47
  • A promessa que João Mário vai ter de cumprir se Portugal for campeão
    1:36
  • Estudo acaba com teorias da conspiração sobre a morte de Hitler

    Mundo

    Existem algumas versões sobre o desaparecimento do ditador nazi, Adolf Hitler. Há quem diga que viajou para um país da América do Sul, outros acreditam que está escondido na Antártida e há até quem vá mais longe e acredita que estaria na Lua. Mas, teorias da conspiração à parte, a história oficial diz que Hitler suicidou-se num bunker, em Berlim, Alemanha.

    SIC

  • Universidade de Coimbra não retira Honoris Causa a Lula
    3:30