sicnot

Perfil

Mundo

A vida secreta da tia de Kim Jong-Un

Uma tia de Kim Jong-Un, líder supremo da Coreia do Norte, vive uma vida aparentemente normal. Trata-se de uma mulher de 60 anos que passeia por Times Square, acompanhada pelo marido como qualquer estrangeiro que tenta viver o "sonho americano" .No entanto, não se trata de uma imigrante qualquer, trata-se nada mais nada menos, do que a tia de Kim Jong Un, o líder norte-coreano que recentemente ameaçou detonar uma bomba de hidrogénio em Nova Iorque. Nos últimos 18 anos, desde que desertou da Coreia do Norte para servir a CIA a troco de 200 mil dólares, tem vivido uma vida anónima nos Estados Unidos, com o marido e os três filhos.

© KCNA KCNA / Reuters

Apesar de viver nos Estados Unidos há quase 20 anos, Ko Yong Suk, só fala o inglês básico.

Segundo o "The Washington Post", Ko Yong Suk e o marido, gerente de uma lavandaria, vivem a escassas horas de Nova Iorque, numa casa de dois andares. Têm dois carros, uma boa televisão e um quintal amplo. As férias são geralmente passadas em Las Vegas.

Ko Yong Suk é irmã de Ko Yong Hui, mãe do atual líder da Coreia do Norte, Kim Jong-Un ,e mesmo não contactando com Kim há cerca de 20 anos, a tia que lhe mudou as fraldas, continua a ser uma fonte de informação bastante fiável para o Governo norte-americano. Ko Yong Suk diz que por vezes recebe visitas de agentes dos serviços secretos que lhes levam fotografias de cidadãos da Coreia do Norte para identificar.

O casal desertou para os Estados Unidos depois de, em 1998, ter descoberto que a irmã de Ko Yong Suk sofria de cancro. Mas há quem diga que o verdadeiro motivo para o abandono do país foi o receio de perder privilégios, já que a única ligação que tinham com o regime coreano estava em risco, devido à doença da mãe de Kim, mulher do então líder do país.

A tia de Kim Jong-Un diz ter saudades da Coreia do Norte, mas confessa que não quer voltar. Por outro lado, o marido Ri Gang, sonha com um regresso à terra-natal, uma vez que ainda é simpatizante das políticas da Coreia da Norte.

  • CGD terá de reconhecer imparidades e prepara saída de 2 mil funcionários
    2:45

    Caso CGD

    O novo plano estratégico da Caixa está pronto e foi entregue há duas semanas ao Ministério das Finanças. A SIC sabe que está a ser preparada a saída de 2 mil trabalhadores e que o banco terá de reconhecer imparidades. O Expresso diz que a CGD vai fechar o ano com prejuízos que podem chegar aos 3 mil milhões de euros.

  • Jovens do exército russo aderem ao Desafio do Manequim
    1:01

    Mundo

    Na Rússia, o grupo de jovens do exército também já aderiu ao famoso Mannequin Challenge. O vídeo foi divulgado pelo Ministério da Defesa russo. O objetivo é mostrar o dia-a-dia do chamado exército de jovens, cuja principal missão passa por sensibilizar os russos para a necessidade de cumprir o serviço militar obrigatório.