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Atletas podem continuar a correr na gravidez

É seguro as atletas continuarem a correr na gravidez, sustenta um estudo publicado na revista British Journal of Sports Medicine. O relatório afirma que as atletas que continuam a correr quando engravidam não têm mais riscos de vir a desenvolver complicações na gravidez nem deformações nos fetos.

ap

"Há apenas alguns estudos de qualidade sobre a gravidez nas atletas de elite ou nas que fazem muito exercício. Muitas fazem-no e isso não as afeta de forma negativa", afirma a professora Kari Bo, da Universidade Norieguesa de Ciências Desportivas.

O estudo foi encomendado pelo Comité Olímpico Internacional e vai ser publicado em cinco partes no British Journal of Sports Medicine.

As mulheres grávidas têm uma melhor regulação da temperatura e maior capacidade cardiovascular. As alterações hormonais podem fazê-las sentir mais flexíveis nas articulações e o aumento da concentração de glóbulos vermelhos significa mais oxigénio no organismo.

Estudos indicam que as atletas de elite que treinam durante e depois da gravidez podem aumentar entre 5 a 10% o seu consumo máximo de oxigénio nos meses a seguir ao parto.

"As mulheres atletas têm uma óptima distribuição do sangue, pelo que o exercício não parece fazer mal ao feto. Ao mesmo tempo, é óvio que a placenta é melhor nutrida quendo se faz exercício", explica Kari Bo.

O exercício aeróbico e de força, reitera o estudo, reduz o risco de diabetes e aumenta o bem estar psíquico.

O melhor, sustenta, é cada mulher saber qual o seu limite e parar ou diminuir o exercício quando - ou se - não se sentir confortável.

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