sicnot

Perfil

Mundo

Está para breve a captação da primeira imagem de um buraco negro

Ver pela primeira vez um buraco negro poderá ser possível, no próximo ano. É o que espera uma equipa de cientistas do MIT que está a criar um algoritmo e o equipamento necessário para conseguir captar a imagem, em 2017.

reuters

Os buracos negros são surpreendentemente pequenos, pelo que é necessário um telescópio gigante para observá-los. A equipa do MIT criou o projeto Event Horizon Telescope, uma rede de nove telescópios instalados em vários locais do mundo.

O projeto centra-se no Sagittarius A, o buraco negro que está no centro da Via Láctea. As preparações técnicas, bem como os cálculos matemáticos, estão prestes a terminar.

"Há ainda alguns desafios que têm de ser ultrapassados para conseguir captar a imagem de um buraco negro - algo de muito pequeno no céu. Mas o que esperamos é uma completa observação em 2017", explicou Feryal Ozel, líder da equipa, numa conferência de imprensa.

  • Menino perdido na Praia da Luz foi levado à GNR por turista
    1:11

    País

    Um menino inglês, de sete anos, esteve desaparecido na quinta-feira na Praia da Luz, no Algarve, depois de se ter perdido dos pais. A GNR colocou duas equipas de investigação no local, mas ao fim de uma hora e meia o rapaz apareceu na esquadra de Lagos acompanhado por um turista a quem terá pedido ajuda.

  • Mais viagens mas menos turistas de Portugal
    1:22

    País

    Os residentes em Portugal - sejam portugueses ou estrangeiros - realizaram quatro milhões de viagens turísticas, só no primeiro trimestre do ano. Um aumento de mais de 6% nas viagens dentro do país face ao período homólogo e de mais de 15% nas viagens para fora, de avião. O estudo é do INE, o Instituto Nacional de Estatística, que permite fazer o retrato mais claro de quem viaja e porquê.

  • Algarve sozinho gera metade dos bens transacionáveis em Portugal
    4:14

    SIC 25 Anos

    O Algarve quase não tem indústria e os especialistas consideram que é excessivamente dependente do turismo. Ainda assim, sozinho contribui com metade do que Portugal gera em bens transacionáveis. A região tem problemas graves, como a falta de médicos e um custo de vida muito alto, mas continua a atrair a maior parte dos turistas e muitos estrangeiros decidem mesmo escolher a região para viver.