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China pede ADN a requerentes de passaporte na região de Xinjiang

​Requerentes de passaporte da região chinesa de Xinjiang, onde vivem minorias muçulmanas, terão de passar a apresentar amostras de ADN para terem o documento, revela hoje o jornal oficial Global Times.

© Pascal Lauener / Reuters

Segundo o jornal, há ainda outros requisitos, como a entrega de fotografias tridimensionais ou gravações de voz.

Em algumas zonas de Xijiang têm aumentado, nos últimos anos, os confrontos entre grupos locais e as forças de segurança chinesas, que já provocaram centenas de mortos.

O Governo chinês tem aumentado as medidas de segurança e controlo em Xinjiang nos últimos anos com o argumento de que os confrontos armados e os atentados na zona são obra de grupos terroristas ligados ao extremismo islâmico internacional.

No entanto, esses ataques não costumam ser reivindicados por qualquer organização e grupos no exílio da etnia uigur, uma das principais de Xinjiang, denunciam que Pequim usa a desculpa da segurança para reprimir a cultura e a religião na zona.

Uma das zonas onde estão a ser feitas as novas exigências é Ili onde, segundo o Global Times, os pedidos de passaporte pela população para viagens a Hong Kong, Macau e Taiwan aumentaram cinco vezes no ano passado (de 20 mil para 100 mil), tendo as autoridades reconhecido já que querem baixar os números para os níveis de 2014.

Macau e Hong Kong são duas regiões chinesas mas com administração especial, em respeito pelo princípio "um país, dois sistemas", gozando de ampla autonomia e de liberdades que não existem no resto da China.

Lusa

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