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Os mais graves assassínios em massa da história dos EUA

Um homem fortemente armado abriu fogo hoje de madrugada num clube noturno gay no estado norte-americano da Florida, matando 50 pessoas, o que faz deste o pior assassínio em massa da história dos Estados Unidos. Eis uma lista dos piores assassínios em massa ocorridos nos Estados Unidos, por ordem de gravidade:

Phelan M. Ebenhack

Orlando, Florida, 12 junho, 2016 Cinquenta pessoas morreram e 53 ficaram feridas quando um homem fortemente armado abriu fogo e fez reféns num clube noturno gay;
Blacksburg, Virginia, 16 abril, 2007 Um estudante de origem coreana de 23 anos desata aos tiros na Virginia Tech University, matando 32 pessoas antes de cometer suicídio;
Newtown, Connecticut, 14 dezembro, 2012
Um rapaz matou 26 pessoas, das quais 20 crianças, na escola básica de Sandy Hook. Também atingiu mortalmente a sua mãe e depois suicidou-se;
Killeen, Texas, 16 outubro, 1991 Um homem matou a tiro 22 pessoas num restaurante e em seguida cometeu suicídio. Uma das pessoas que ficaram feridas acabou depois por morrer também;
Littleton, Colorado, 20 abril, 1999 Dois rapazes adolescentes mataram a tiro 12 colegas de turma e uma professora na Escola Secundária de Columbine, suicidando-se a seguir;
Aurora, Colorado, 20 julho, 2012 Um homem matou 12 pessoas e feriu 70 quando abriu fogo numa sala de cinema que exibia em última sessão uma estreia de um filme de Batman num subúrbio de Denver. O atirador, James Holmes, foi condenado a prisão perpétua sem hipótese de liberdade condicional;
Fort Hood, Texas, 05 novembro, 2009 O major Nidal Hasan, psiquiatra do exército norte-americano, abriu fogo na sua base militar, matando 13 pessoas e ferindo 42, antes de ser manietado pela polícia. O tiroteio foi o mais grave alguma vez ocorrido numa base militar dos Estados Unidos.

Lusa

  • Fuga de Vale de Judeus em junho de 1975 no Perdidos e Achados
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    Perdidos e Achados

    Prisão Vale de Judeus, final de tarde de domingo, dia 29 de junho de 1975. O plano da fuga terá sido desenhado por uma vintena de homens. Serrada a presiana metálica era preciso passar, para fora do edifício, as cabeceiras dos beliches onde os presos dormiam. Ao longo de cerca de uma hora 89 detidos, agentes da PIDE/DGS, a Polícia Internacional e de Defesa do Estado português extinta depois da revolução de 1974, fogem do estabelecimento prisional.

    Segunda-feira no Jornal da Noite