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Papa Francisco condena marginalização das pessoas com deficiência

O papa Francisco condenou hoje a marginalização das pessoas com deficiência, afirmando que a imagem do corpo perfeito se tornou um grande negócio e "qualquer coisa imperfeita tem de ser escondida".

© Tony Gentile / Reuters

As críticas do papa Francisco foram proferidas hoje perante 20 mil doentes e pessoas com deficiência, incluindo jovens com síndrome de Down e deficiência mental, na missa para o Jubileu do Doente, que decorreu na Praça de São Pedro, na Cidade do Vaticano, em Roma.

Dirigindo-se aos doentes e às pessoas com deficiência, o papa afirmou que "o mundo não se torna melhor quando é composto apenas por pessoas aparentemente perfeitas, mas quando cresce a solidariedade entre as pessoas, a aceitação e o respeito mútuo".

O sumo pontífice condenou que se considere que "uma pessoa doente ou deficiente não pode ser feliz, porque é incapaz de realizar o estilo de vida imposto pela cultura do prazer e da diversão". Criticou também as sociedades em que o "cuidado com o corpo se converteu num mito de massas e, portanto, um negócio", em que oculta "o que é imperfeito", porque "vai contra a felicidade e tranquilidade dos privilegiados e coloca em causa o modelo em vigor.

Para o papa, compreender "o verdadeiro sentido da vida" passa por incluir "também a aceitação do sofrimento e da limitação."

"O modo como vivemos a doença e a incapacidade é um sinal de amor que estamos dispostos a oferecer", acrescentou.

Lusa

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