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Companhia aérea islâmica impedida de voar

Seis meses depois de começar a operar, a companhia aérea islâmica da Malásia, Rayani Air, foi impedida de voar por falta de segurança e por problemas administrativos.

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O Departamento de Aviação Civil revogou a licença da companhia aérea. A medida segue-se a três meses de suspensão, depois da companhia ter falhado as regulamentações de voo e depois de ter sido conduzida uma auditoria de segurança.

A companhia aérea tem recebido um rol de reclamações sobre consecutivos cancelamento de voos. Em abril, enfrentou ainda greve de pilotos, por atrasos no pagamento de salários.

A companhia chegou a emitir bilhetes de embarque escritos à mão, em voos entre Kuala Lumpur e Kuchingg, o que levantou ainda mais suspeitas sobre os procedimentos de segurança.

A Rayani Air foi lançada em dezembro do ano passado e adotava a sharia como política comercial. Só servia comida halal, o álcool era proibido, a tripulação vestia apenas roupa considerada "simples" e antes de qualquer descolagem er aobrigatório fazer as orações.

Na sua frota tinha dois boeings 737-400, capazes de transportar 180 passageiros, oito pilotos e 50 membros da tripulação.

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