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Manifestações contra reforma da lei laboral em França terminam com 26 feridos

Manifestações contra reforma da lei laboral em França terminam com 26 feridos

Pelo menos 26 pessoas ficaram feridas e quinze foram detidas em Paris, durante uma manifestação contra a reforma da lei do trabalho. As mudanças estão em fase de debate e o protesto foi organizado por vários sindicatos e por organizações de estudantes que dizem que as alterações vão levar à perda de direitos dos trabalhadores. Na Praça dos Inválidos, na capital francesa, os confrontos com a polícia. As autoridades responderam com gás lacrimógeneo. As greves de hoje fecharam a Torre Eiffel e interromperam ligações de transportes, numa altura em que milhares de adeptos estão em trânsito, em França, para assistir aos jogos do Euro 2016. Os protestos estenderam-se a outras cidades do país. O correspondente do Expresso em Paris, Daniel Ribeiro, relatou, por telefone, o que se passa por esta altura nas ruas de França.

  • Protestos contra reforma da lei laboral continuam em França
    2:12

    Mundo

    Os protestos continuam em Paris contra a reforma da lei laboral em França. As forças policiais também se manifestaram hoje contra a violência de que dizem estar a ser alvo nos protestos. Os manifestantes atearam fogo a um carro da polícia porque não foram autorizados a protestar na Praça da República. O carro-patrulha ficou destruído e os dois agentes ficaram feridos sem gravidade. Nos últimos dois meses, mais de 350 polícias ficaram feridos nas manifestações contra a reforma da lei laboral.

  • Valls recusa retirar reforma laboral mas admite alterações
    0:51

    Mundo

    O primeiro-ministro francês, Manuel Valls, recusou hoje retirar a reforma laboral apesar dos protestos dos trabalhadores, contudo admite a possibilidade de introduzir alterações pontuais mas sem modificar a filosofia geral do texto. Numa entrevista televisiva, citada pelas agências de notícias internacionais, Valls considerou irresponsável a ação da Confederação Geral do Trabalho, que lidera o movimento contra o projeto de lei.

  • Tensão social em França a uma semana do Europeu
    1:31

    Mundo

    A uma semana do Europeu, a tensão social na França aumenta. Os trabalhadores das centrais nucleares voltam hoje à greve e prometem afetar a distribuição de energia. É mais um protesto contra a reforma da lei laboral. O SNCF é o transportador oficial do Euro 2016 e está em greve pela 8ª vez desde março.

  • Não houve negligência médica no caso do jovem que morreu em São José
    2:33

    País

    Afinal, não houve negligência médica no caso do jovem que morreu há cerca de um ano no Hospital de São José, vítima de um aneurisma. Esta é a conclusão da Ordem dos Médicos e dos peritos do Instituto de Medicina Legal. Segundo o jornal Expresso, todos os relatórios relatórios pedidos pelo Ministério Público e pelo Centro Hospitalar de Lisboa Central dizem que o corpo clínico do hospital não teve responsabilidades na morte de David Duarte.

  • Jovens estariam de fones e poderão não ter ouvido comboio a aproximar-se
    1:47

    País

    As adolescentes, de 13 e 14 anos, encontradas mortas junto à linha do norte perto de Coimbra podem não ter ouvido a aproximação do comboio, uma vez que estariam de auriculares. Os corpos só foram descobertos 36 horas depois do desaparecimento das jovens, aparentemente vítimas de um descuido fatal.

  • Patti Smith engana-se na música de Bob Dylan durante cerimónia dos Nobel
    1:49

    Mundo

    Os prémios Nobel deste ano já foram entregues. Bob Dylan não compareceu à entrega do galardão da Literatura e fez-se representar pela amiga Patti Smith, que teve um bloqueio enquanto cantava "A Hard Rain's A-Gonna Fall" do músico. O Presidente da Colômbia Juan Manuel dos Santos foi distinguido com o Nobel da paz pelo acordo que alcançou com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia.

  • CIA acredita que Trump foi ajudado por piratas informáticos russos
    1:24

    Eleições EUA 2016

    As eleições nos Estados Unidos da América já terminaram e o Presidente está eleito. Contudo, Barack Obama quer saber se os russos tentaram mesmo influenciar o voto e ao mesmo tempo perceber o que os serviços secretos aprenderam com todas as fugas de informação durante a campanha. Já a CIA diz não ter dúvidas: para os serviços secretos norte-americanos, Donald Trump foi ajudado por piratas informáticos.