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Polícia turca impede venda de joia de Kadhafi por dez milhões de dólares

A polícia turca apreendeu um punhal em marfim com várias pedras preciosas incrustadas que terá pertencido ao antigo líder líbio, Muammar Kadhafi, e que estava para ser vendido por dez milhões de dólares no mercado negro.

AP

Na sequência de uma denúncia, a polícia investigou a casa de um empresário no bairro de Esenyurt, no lado europeu de Istambul, e confiscou a joia, noticiou a agência oficial turca, Anadolu, citada pela agência France Presse.

O punhal, com safiras, esmeraldas e diamantes incrustados, foi pilhado no palácio de Kadhafi durante a revolução líbia, que resultou na morte do ditador, em 2011.

O empresário turco estava em negociações para vender a joia a um empresário saudita em Istambul, depois de a ter adquirido na Líbia por 4,6 milhões de dólares (4,1 milhões de euros) há cerca de três meses.

O suspeito foi detido ao tentar vender o punhal ao empresário saudita por 10 milhões de dólares (8,9 milhões de euros), noticiou a agência turca, que divulgou uma imagem da joia.

A polícia deteve ainda dois cúmplices, de acordo com a mesma fonte, que se encontram agora a aguardar julgamento em liberdade.

Istambul é um centro importante de tráfico de obras de arte e antiguidades, e a polícia turca reclama frequentemente sucesso na apreensão de artefactos que estão para ser vendidos de forma ilegal.

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