sicnot

Perfil

Mundo

Brasil contabiliza 886 mortos pela gripe H1N1 desde o início do ano

O Ministério da Saúde brasileiro anunciou hoje que desde o início do ano até ao passado dia 06 foram registados 4.582 casos de gripe H1N1 no país, tendo a doença causado 886 mortos.

(Arquivo)

(Arquivo)

EPA

No ano passado, o país registou 36 mortes por H1N1, menos do que em 2014 (163) e 2013 (768).

Até 23 de abril, tinham sido registados 1.571 casos de gripe H1N1 no país e 290 óbitos provocados pela doença.

Além das mortes pelo vírus H1N1, desde o início do ano até 06 de junho houve ainda 93 mortes por outros tipos de 'influenza' (gripe).

Os dados do Boletim Epidemiológico de Influenza do Ministério da Saúde mostram que a região sudeste concentra o maior número de casos (2.280) de gripo H1N1, sendo 1.926 no Estado de São Paulo, onde também foi registado o maior número de mortes (402).

Segundo a tutela, este ano, mais de 49,9 milhões de pessoas já se vacinaram contra a gripe, um número que representa mais do que o público-alvo, formado por pessoas consideradas de maior risco para desenvolver complicações causadas pela doença.

Apesar de a campanha ter encerrado a 20 de maio, a vacinação prossegue em alguns locais, já que "o Ministério da Saúde disponibilizou 54 milhões de doses da vacina - uma reserva técnica de 4,2 milhões de doses acima do quantitativo de pessoas que integram o público prioritário", informou a tutela.

O vírus H1N1 surge no país sobretudo entre maio e julho, quando as temperaturas descem, mas este ano começou a manifestar-se mais cedo, em fevereiro.

Em 2009, a Organização Mundial de Saúde emitiu um alerta de pandemia por causa de um surto de H1N1, que causou cerca de 18.500 mortos em 241 países e territórios.

Lusa

  • Sporting de Braga eliminado da Liga Europa
    2:01
  • Dissolução da União Soviética aconteceu há 25 anos

    Mundo

    Assinalam-se esta quinta-feira 25 anos desde o fim do acordo que sustentava a União Soviética. A crise começou em 80, mas aprofundou-se nos anos 90 com a ascensão de movimentos nacionalistas em praticamente todas as repúblicas soviéticas.