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Polícia belga detém seis suspeitos ligados a tiroteio em comboio no ano passado

A polícia belga anunciou hoje a detenção de seis pessoas alegadamente ligadas ao tiroteio, em agosto do ano passado, num comboio de alta velocidade que circulava entre Amesterdão e Paris.

© Francois Lenoir / Reuters

A 21 de agosto, Ayoub El Kahzzani, marroquino, entrou no comboio na capital belga, Bruxelas, armado com uma espingarda automática Kalashnikov e outras armas, mas foi neutralizado por um grupo de norte-americanos e um britânico, quando começou a disparar.

O homem permanece detido, mas o juiz responsável pela investigação ao ataque ordenou a realização de seis buscas, que decorreram hoje na área de Bruxelas, incluindo quatro no bairro de Molenbeek, considerado um reduto de jihadistas. As outras duas operações decorreram em Woluwe-Saint-Lambert e Haren.

"Seis pessoas foram detidas e questionadas", segundo um comunicado do gabinete do procurador federal, que referia que não foram encontradas armas nem explosivos nas buscas.

O juiz deverá decidir nas próximas horas se as pessoas ficarão detidas.

As autoridades belgas acusaram no sábado três homens de "tentativa de homicídio terrorista", após buscas em dezenas de casas, operações relacionadas com uma alegada ameaça a adeptos durante um jogo do campeonato europeu de futebol.

As operações decorreram em toda a Bélgica, incluindo o bairro de Molenbeek, com uma grande população imigrante.

Kahzzani ficou em casa da sua irmã neste bairro, antes de embarcar no comboio que viajava entre Amesterdão e Paris.

Molenbeek também tem sido alvo de investigações ligadas aos ataques bombistas em Bruxelas, a 22 de março, que causaram 32 mortos, e os ataques de 13 de novembro do ano passado, em Paris, em que morreram 130 pessoas.


Lusa

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