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Iluminação de rua com LED pode ser má para a saúde

A Associação Médica norte-americana avisa que a iluminação LED das ruas pode ser prejudicial à saúde e pede às comunidades para minimizarem esses riscos.

Reuters

Por um lado, a iluminação LED tem muito mais eficiência energética - consome menos energia e requer menos manutenção -, razão pela qual muitas cidades dos Estados Unidos estão a adotá-la.

Los Angeles foi a pioneira, com a maior transformação do mundo da iluminação de rua em 2013. A cidade mudou mais de 140 mil lâmpadas para os LED.

A Associação Médica dos EUA (AMA) avisa, porém, que a iluminação pode ter um efeito negativo na nossa saúde e acaba, por isso, de adotar um guideline para que as comunidades saibam como devem iluninar as suas ruas.

A principal recomendação é que a iluminação noturna de rua não tenha uma temperatura de cor superior a 3000 Kelvin (a unidade de medida da temperatura da cor). Quanto mais alta for a temperatura de cor, mais clara é a tonalidade de cor da luz.

Uma temperatura de cor mais elevada geralmente sidnifica uma maior tonalidade de azul - e mais branca parece a luz.

A luz que normalmente é instalada nas cidades tem uma temperatura de cor entre 4000K e 5000K, o que tem sido descrito como fator de desconforto e de encandeamento. Sendo muito concentrada e com um elevado conteúdo de tonalidade azul, a iluminação LED, avisa a AMA, pode causar danos na retina.

Por outro lado, pode ainda afetar o ritmo circadiano do ser humano, ou seja, o ciclo biológico influenciado principalmente pela variação de luz, temperatura, marés e ventos entre o dia e a noite.

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