sicnot

Perfil

Mundo

Um pequeno sapo parou os bulldozers no Canadá

Tem 2,5 centímetros de comprimento mas conseguiu parar as máquinas. O Governo canadiano aprovou quarta-feira de urgência uma lei para proteger um pequeno sapo, cujo habitat em Montréal está ameaçado pela urbanização.

James Harding / Michigan State University

A lei entra em vigor a 17 de julho e visa proteger o habitat do Pseudacris triseriata - Sapo coro do Ocidente - num território com 2 km2 em Montréal, anunciou a ministra do Ambiente, Catherine McKenna.

Esta decisão governamental impedirá assim a construção de 171 casas de um projeto imobiliário que já conta com mil unidades construídas.

O sapo é uma das espécies em risco registada pelo Governo do Canadá. Mede no máximo 2,5 centímetros e a cor varia entre o castanho e o verde azeitona.Vive nas zonas húmidas do sul do Quebeque e de Ontário, mas é considerada espécie em perigo desde 2010.

Na região ao sul de Montréal, mais de 90% da área do habitat do sapo desapareceu, sobretudo devido aos projetos imobiliários, agora travados pelo Governo.

  • Economia portuguesa a crescer
    2:26
  • Os likes dos candidatos às autárquicas no Facebook
    4:00

    Autárquicas 2017

    Se há mais de 5 milhões de portugueses no Facebook, é natural que as autárquicas também passem pela rede social mais usada no país e no mundo. A SIC apresenta-lhe os 10 candidatos cujas páginas têm mais seguidores e, para a comparação ser mais justa, os que têm mais seguidores em Portugal - porque há também quem estranhamente tenha milhares de fãs em países como Egito, Filipinas ou Vietname.

  • Embaixador do Bangladesh pede ajuda aos portugueses no caso dos rohingya

    Mundo

    O embaixador do Bangladesh em Lisboa pediu esta sexta-feira aos portugueses que ajudem a resolver o problema dos rohingya. Desde o final de agosto, mais de 400 mil pessoas desta minoria muçulmana fugiram de Myanmar, a antiga Birmânia. O Bangladesh já tinha acolhido outros 400 mil refugiados e vê-se agora a braços com esta crise migratória. Pede por isso a Portugal que pressione Myanmar para aceitar de volta e em segurança os rohingya.