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Mahmoud Abbas rejeita acusações de antissemitismo dirigidas contra si

O Presidente palestiniano, Mahmoud Abbas, defendeu-se hoje de "todas as acusações" de antissemitismo, depois de ter sido acusado de ter caluniado os judeus em declarações no Parlamento Europeu.

© Mohamad Torokman / Reuters

"A Palestina é o berço de três religiões monoteístas e rejeitamos os ataques contra todas as religiões", afirmou Abbas através de um comunicado.

Em declarações na última quinta-feira em árabe - aparentemente improvisadas - perante o Parlamento Europeu e difundidas pela televisão da União Europeia, Abbas afirmou que recentemente "alguns rabinos em Israel pediram claramente ao seu Governo para envenenar a água para matar os palestinianos".

O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, acusou Abbas na quinta-feira de "propagar difamações no Parlamento Europeu".

Abbas explicou hoje que "as supostas declarações de um rabino, divulgadas por muitos órgãos de comunicação social, revelaram-se sem fundamento".

O Presidente palestiniano afirmou ainda que não teve "a intenção de se referir especificamente ao judaísmo ou de ferir o povo judeu em todo o mundo". Acrescentou também "condenar todas as acusações de antissemitismo" dirigidas a si e ao povo palestiniano.

O Conselho Representativo das Instituições Judaicas de França (CRIF), fórum político da primeira comunidade judaica na Europa, acusou na passada sexta-feira Abbas de "propagar caricaturas antijudaicas", subinhando que estas alimentam o ódio antissemita.

Lusa

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