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Pentágono permite que transsexuais sirvam no exército dos EUA

O Pentágono anunciou hoje que os transexuais deixarão de ser impedidos de servir abertamente no exército dos Estados Unidos da América.

© Kim Hong-Ji / Reuters

A abolição desta proibição é "a coisa certa a fazer, e é mais um passo para se garantir que se continua a recrutar e se mantêm pessoas qualificadas", afirmou o secretário da Defesa, Ashton Carter.

Até há cinco anos atrás, o exército dos Estados Unidos ainda proibia soldados homossexuais de falar abertamente da sua orientação sexual sob a política militar do "não perguntar, não dizer".

A nova política militar sobre os soldados transsexuais vai ser faseada durante o período de um ano, mas entra em vigor a partir de 01 de julho. O exército já não pode demitir ou impedir indivíduos transexuais de se alistarem devido a cirurgias de mudança de sexo ou à sua identidade de género.

Desde que estes indivíduos tenham recebido o acompanhamento médico necessário e apresentem condições para se alistar os serviços militares vão permitir a sua inserção, declarou o Pentágono.

Sob esta nova política militar, o Pentágono vai comparticipar despesas associadas à transsexualidade, incluindo cirurgias de mudança de sexo.

O congressista Republicano Mac Thornberry afirmou que esta medida pode levar a que as tropas não estejam prontas para destacamentos, devido a razões médicas.

"A nossa prontidão militar e a nossa segurança nacional estão dependentes das tropas estarem medicamente prontas", acrescentou.

O senador Democrata Dick Durbin declarou que esta nova política militar permite que soldados transexuais continuem a "servir sem viver uma mentira, e fornece aos comandantes, que têm estado no meio de políticas confusas, uma perspetiva mais clara sobre o assunto".

Ashton Carter assegurou que o exército vai começar a pagar pelos tratamentos relacionados com a transexualidade, o mais tardar, a partir de 1 de outubro.

Lusa

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