sicnot

Perfil

Mundo

ONU pede aos EUA para investigar mortes de cidadãos negros pela polícia

A ONU pediu hoje aos Estados Unidos que investigue as últimas mortes de cidadãos negros às mãos da polícia.

© XXSTRINGERXX xxxxx / Reuters

O pedido foi apresentado pelo porta-voz da organização, Stéphane Dujarric, em resposta a um pedido de comentário às mortes de Philando Castile, na quarta-feira, em Falcon Heights, no Estado de Minnesota, e de Alton Sterling, na terça-feira, em Baton Rouge, no Estado de Luisiana.

As mortes, ambas filmadas, provocaram protestos populares e a denúncia de violência policial contra afro-americanos e outras minorias.

Dujarric afirmou que os vídeos são "extremamente inquietantes" e que a ONU espera que ambos os casos sejam "cuidadosamente investigados para descobrir o que aconteceu e determinar a existência de qualquer padrão"

Lusa

  • "Michel Temer nunca teve vergonha, não tem cara de pessoa de bem"
    3:04

    Opinião

    Miguel Sousa Tavares analisou no habitual espaço de comentário do Jornal da Noite  da SIC, o escândalo com o Presidente do Brasil, Michael Temer. O comentador diz que já era previsível que Temer fosse apanhado com "o pé na poça" e afirma que o Presidente brasileiro nunca teve qualquer tipo de vergonha. Miguel Sousa Tavares fez ainda referência ao facto de Dilma Rousseff ser, entre todos os políticos brasileiros, a única que não tem processos contra ela.

    Miguel Sousa Tavares

  • O que muda com a saída do Procedimento por Défice Excessivo?
    2:10
  • Julgamento do caso BPN deverá terminar quarta-feira
    4:38

    Economia

    O acórdão do processo principal do BPN vai ser tornado público esta quarta-feira, depois de quase sete anos de audições. O rosto principal é o de José Oliveira Costa mas há outros 14 arguidos sentados no banco dos réus.

  • Marcelo opta pelo silêncio sobre a eutanásia
    1:09

    Eutanásia

    Marcelo Rebelo de Sousa diz que só tomará uma posição sobre a eutanásia quando o diploma chegar a Belém. O chefe de Estado garante que vai ficar em silêncio, para não condicionar o debate e também "para ficar de mãos livres para decidir".