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Erdogan acusa mentores do golpe de serem seguidores de Fethullah Gülen

Erdogan acusa mentores do golpe de serem seguidores de Fethullah Gülen

O golpe de Estado falhado na Turquia foi organizado por um grupo autodenominado "Movimento para a Paz na Nação". Defende mais respeito pelos direitos humanos e pelas liberdades. É inspirado pelo clérigo Fethullah Gülen exilado nos Estados Unidos e acusado de traição. As organizações próximas a Gülen já negaram qualquer ligação ao golpe, mas o Presidente Erdogan atribui-lhes a culpa.

  • A cronologia de um golpe de Estado falhado
    3:14

    Mundo

    A tentativa de golpe de Estado na Turquia começou por volta das oito e meia da noite, hora de lisboa. As forças fiéis ao Presidente turco conseguiram controlar os revoltosos ao fim de duas horas, e depois de violentos confrontos. Num gesto invulgar, a população veio para as ruas para tentar conter o golpe de Estado.

  • Mais de 250 mortos na tentativa de golpe na Turquia
    2:29

    Mundo

    O governo turco quer vingança e pondera a reintrodução da pena de morte para executar os responsáveis pela tentativa de golpe de Estado. O dia ficou marcado pela detenção de milhares de militares, em todo o país. Mas o regime turco está também a levar a cabo uma purga no sistema judiciário. Os confrontos mataram mais de 250 pessoas, incluindo pelo menos 150 civis.

  • Quem é o Presidente da Turquia
    2:13

    Mundo

    Apoiado pelos conservadores e pelos meios religiosos, o Presidente turco tem visto a popularidade cair nos últimos anos e já há quem lhe chame ditador e o acuse de tentar impor o islamismo no país. Recep Tayyip Erdogan tem 62 anos e ocupa o cargo desde 2014. Licenciou-se em Gestão e esteve preso quatro meses, depois de ter lido um poema num protesto. Estreou-se na política como presidente da Câmara de Istambul e foi primeiro-ministro do país entre 2002 e 2013.

  • Civis resistiram ao avanço dos militares na Turquia
    1:15

    Mundo

    Durante a tentativa de golpe de Estado na Turquia, os militares procuraram controlar locais estratégicos do país como estações de televisão e vias de comunicação. Contudo, a população respondeu ao apelo do presidente e resistiu ao avanço dos militares. A cadeira de televisão "CNN Turquia" foi um dos meios de comunicação tomados pelos militares. A ação militar destruiu vários edifícios do Governo e provocou quase 200 mortos e mais de mil feridos.

  • Negócios do Fogo
    22:00
  • Direção da Raríssimas na Madeira demitiu-se em setembro
    1:58

    País

    Três representantes da Raríssimas na ilha da Madeira demitiram-se, em setembro, de costas voltas para a direção. A delegação da instituição na ilha começou em 2015 e fechou com as três demissões. Em entrevista à SIC, uma das antigas delegadas afirmou que todos os fundos angariados foram para a sede, em Lisboa, ficando depois sem dinheiro para pagar as despesas.

  • Deputado do PSD recusa vice-presidência da Raríssimas
    1:58

    País

    Nas reações políticas ao caso da Raríssimas, o PSD e CDS dizem que é preciso acionar todos os mecanismos legais apropriados para averiguar a situação. O deputado social-democrata, Ricardo Baptista Leite, que tinha sido convidado recentemente para vice-presidente da instituição, diz que já não há condições para tomar posse.

  • Turistas aproveitam nevão na Serra da Estrela
    1:23
  • Fortes nevões no norte da Europa
    0:59
  • Dezenas de feridos em protestos contra decisão de Trump em Israel
    1:55
  • A brincadeira de um youtuber que podia ter acabado mal

    Mundo

    Um jovem youtuber inglês enfiou a cabeça num saco de plástico, prendeu-a na parte interna de um microondas e encheu depois o eletrodoméstico com cimento. A brincadeira, que podia ter acabado de forma trágica, deixou o jovem completamente preso e obrigou à intervenção dos serviços de emergência.

    SIC

  • "Popeye" russo pode ter que amputar braços

    Mundo

    Um jovem russo injetou um óleo no corpo para conseguir ter músculos, mais propriamente nos seus braços, que já cresceram cerca de 25 centímetros. Contudo, segundo um médico, o procedimento pode levar à necessidade de amputação, deixando o jovem sem os membros.