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NATO não se vai reunir para já para abordar situação na Turquia

A Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO) não prevê, de momento, realizar qualquer reunião para abordar a situação na Turquia, onde decorre uma tentativa de golpe de Estado.

SEDAT SUNA

A Turquia é um dos 28 estados-membros da Aliança Atlântica e as forças armadas são o segundo maior exército da Aliança Atlântica.

O país é um membro chave da NATO, a quem pediu recentemente reforços para combater o terrorismo.

A NATO acordou em dezembro de 2015 um pacote de medidas de segurança especialmente desenhadas para a Turquia, que incluem aviões Awacs de vigilância, patrulhas áreas e marítimas e mais presença naval no Mediterrâneo.

Espanha tem destacada uma bateria de mísseis antiaéreos Patriot na base aérea de Incirlik, em Adana, a cerca de 120 quilómetros da fronteira com a Síria.

Em julho de 2015, a NATO reuniu-se para invocar para a Turquia o artigo 4 do Tratado de Washington, devido à onda de ataques terroristas no país.

O artigo refere que os aliados realizam consultas quando alguns deles considerem que a "integridade territorial, independência política ou segurança de alguma das partes está ameaçada".

A pedra angular da NATO é o artigo 5 do Tratado sobre a defesa coletiva, que considera que "um ataque contra um aliado será considerado como um ataque contra todos os aliados".

Os militares turcos anunciaram esta noite que tomaram o poder no país e declararam a lei marcial e o recolher obrigatório.

As forças de segurança turcas encerraram as duas pontes sobre o estreito do Bósforo, em Istambul, tendo o primeiro-ministro admitido que esteja em curso um golpe militar

Os soldados controlaram os aeroportos internacionais de Ancara e Istambul, que estão encerrados e os voos foram todos cancelados e ouviram-se explosões em Ancara.

Lusa

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