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Violência real ou virtual no ecrã faz mesmo mal às crianças

Cadáveres, sangue, lágrimas, gritos e terror fazem parte de qualquer noticiário atual, e muitas vezes são vistos também pelas crianças. Dias depois do ataque terrorista de Nice, em França, a Academia Norte-Americana de Pediatria divulga um relatório que associa a violência no ecrã (real ou virtual) com comportamento e pensamento agressivo, e sentimentos de raiva nas crianças.

aP

"A violência no ecrã, em particular quando é real mas também quando é virtual, é traumática para as crianças, independentemente da idade", afirma Dimitri Christakis, diretor do Centro para a Saúde, Comportamento e Desenvolvimento da Criança e autor do relatório, publicado na revista Pediatrics.

Christakis e a sua equipa reviram dezenas de estudos e metaanálises sobre os efeitos da violência virtual nas atitudes das crianças. Depois da análise, criaram recomendações específicas para pais, médicos e indústria dos media, bem como para os políticos, a fim de se proibir o acesso aos dados violentos, pelas crianças.

"Os pais devem ter em mente a 'dieta' dos media dos seus filhos e reduzir a violência virtual, especialmente se as crianças revelarem comportamentos agressivos", diz Christakis.

Nos períodos em que as notícias são dominadas pelos conflitos, avisa, os pais devem reafirmar aos filhos que há pessoas pessoas, mostrando-lhes histórias de entreajuda.

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