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Aliados sírios dos EUA dão 48 horas aos jihadistas para saírem de Manbij

​Combatentes das Forças Democráticas da Síria (SDF), apoiados pelos Estados Unidos, deram 48 horas ao grupo extremista Estado Islâmico (EI) para sair da cidade de Manbij, na Síria.

O ultimato foi emitido pelas Forças Democráticas da Síria, apoiadas nas operações com apoio aéreo da aliança liderada pelos Estados Unidos.

Estes efetivos lutam desde junho para retirar o EI de Manbij, na província de Aleppo.

"Esta iniciativa é a última oportunidade, para membros do Daesh que estão cercados, para deixarem a cidade", afirmou o Conselho Militar de Manbij, quw integra as SDF.

Um comandante das SDF, que pediu o anonimato, afirmou que esta iniciativa foi pensada pela primeira vez pelos líderes tribais em Manbij, que é um reduto importante do Estado Islâmico.

"Tomámos esta decisão agora, depois do EI ter utilizado civis como escudos, depois da comunicação social nos ter pressionado, e para proteger quaisquer civis ainda na cidade", declarou o comandante.

O comunicado pedia também aos civis para abandonarem Manbij ou para se tentarem afastar das áreas mais acesas de combates.

O Observatório Sírio para os Direitos Humanos (OSDH) disse que os civis mortos na passada terça-feira eram residentes que estavam a tentar fugir dos combates em Al-Tukhar, a 14 quilómetros de Manbij.

A coligação liderada pelos EUA já anunciou que está a investigar estas alegações e o secretário da Defesa norte-americana, Ashton Carter, prometeu uma investigação transparente.

O Pentágono reconheceu que 41 civis morreram devido aos seus ataques na Síria e no Iraque desde 2014, mas o OSDH mencionou cerca de 600 civis mortos somente na Síria.

Durante a tarde de hoje, o OSDH indicou haver "silêncio" em Manbij, apesar de não estar claro se a calma é temporária ou uma resposta ao ultimato das SDF.

Lusa

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