sicnot

Perfil

Mundo

Hollande rejeita apelos da extrema-direita para endurecer combate antiterrorista

O Presidente francês, François Hollande, rejeitou os apelos da oposição de direita e extrema-direita francesas para endurecer a legislação antiterrorismo após o ataque numa igreja, considerando que as leis aprovadas desde 2015 dão "capacidade para agir".

"Restringir as nossas liberdades, renunciar às nossas regras constitucionais não vai trazer mais eficiência à luta contra o terrorismo, mas vai enfraquecer a coesão necessária para a nossa nação", afirmou François Hollande, num discurso proferido no palácio presidencial e transmitido pela televisão francesa.

O chefe de Estado garantiu que o Governo executa e "vai aplicar com a maior firmeza as leis votadas e que deram à justiça, ao poder local e à polícia a capacidade de agir, reforçada pelo prolongamento do estado de emergência".

"Esta guerra vai ser longa. O nosso objetivo final é a nossa democracia", afirmou François Hollande, sublinhando que França vai ganhar a guerra contra o ódio e o fanatismo.

Dois homens atacaram hoje, pelas 09:45 locais (08:45 em Lisboa), a igreja de Saint-Etienne-du-Rouvray, na Normandia.

Um padre, que estava entre os reféns, foi degolado pelos sequestradores, que foram posteriormente abatidos por uma unidade de intervenção policial.

Os autores do ataque reivindicaram a sua ligação ao grupo extremista Estado Islâmico.

Lusa

  • Quando se pode circular pela esquerda? A GNR explica (e fiscaliza)
    5:46

    Edição da Manhã

    A regra aplica-se a autoestradas e outras vias com esse perfil mas dentro das localidades há exceções. A Guarda Nacional Republicana está a promover em todo o território nacional várias ações de sensibilização e fiscalização no sentido de prevenir e reprimir a circulação de veículos pela via do meio ou da esquerda quando não exista tráfego nas vias da direita. O major Paulo Gomes, da GNR, esteve na Edição da Manhã. 

  • O pedido de desculpas de Dijsselbloem
    2:12

    Mundo

    O Governo português continua a mostrar a indignação que diz sentir perante as declarações do presidente do Eurogrupo. O ministro dos Negócios Estrangeiros português garante que com Dijsselbloem "não há conversa possível". Jeroen Dijsselbloem começou por recusar pedir desculpa mas depois cedeu perante a onda de indignação.

  • A primeira vez do Sr. Árbitro
    12:41