sicnot

Perfil

Mundo

John Kerry alerta Coreia do Norte para consequências de testes nucleares

© Jorge Silva / Reuters

O secretário de Estado norte-americano, John Kerry, avisou o regime de Pyongyang que vai ter de enfrentar "verdadeiras consequências" por causa do programa de testes nucleares em curso na Coreia do Norte.

"Estamos determinados em fazer com que a República Popular e Democrática da Coreia (DPRK) entenda que existem consequências reais para estas ações", disse Kerry aos jornalistas, à margem da cimeira da ASEAN (Associação das Nações do Sudeste Asiático) na capital do Laos referindo-se ao país (Coreia do Norte) através do nome oficial.

A tensão agravou-se desde que Pyongyang realizou o quarto teste nuclear em janeiro, tendo depois levado a cabo uma série de lançamento de mísseis que segundo os analistas militares demonstram que a Coreia do Norte está a fazer progressos no sentido de conseguir armamento capaz de atacar território norte-americano.

As Nações Unidas já anunciaram sanções contra o regime norte-coreano, mas Pyongyang manteve o programa de lançamento de mísseis, sendo que o último foi efetuado na semana passada.

Na sequência das posições da Coreia do Norte, os governos de Washington e de Seul concordaram no princípio do mês de julho instalar na Creia do Sul um sofisticado sistema antimíssil na Coreia do Sul.


Lusa

  • Avião cruza-se com drone a 900 metros de altitude
    2:01
  • Naufrágio na Colômbia registado em vídeo
    2:11
  • PSP descentraliza a regularização de armas
    3:55

    País

    A PSP de Bragança percorreu os 12 concelhos do distrito ao encontro dos proprietários de armas com vista à sua regularização. A iniciativa, que pretende evitar a deslocação das pessoas à capital de distrito, teve uma forte adesão.

  • O último adeus a Miguel Beleza

    País

    O velório do economista e ex-ministro das Finanças realiza-se esta segunda-feira na Igreja do Campo Grande, em Lisboa, a partir das 18h00.

  • Trump quebra tradição da Casa Branca com 20 anos

    Mundo

    Donald Trump decidiu não fazer um jantar de celebração pelo fim do Ramadão, o mês em que os muçulmanos cumprem jejum entre o nascer e o pôr do sol. O Presidente dos Estados Unidos quebrou a tradição da Casa Branca, pela primeira vez em 20 anos.