sicnot

Perfil

Mundo

Jornalista assassinado a tiro no Brasil

© Stoyan Nenov / Reuters

Um jornalista brasileiro foi morto a tiro na cidade de Santo António do Descoberto, no estado de Goiás, revelou na segunda-feira a Federação Nacional e Jornalistas do Brasil.

A organização lamentou "o brutal assassinato do jornalista" João Miranda do Carmo, editor de um portal na internet em que denunciou casos de corrupção entre políticos locais.

A Federação Nacional de Jornalistas pediu às autoridades, num comunicado, que cumpram com "o seu dever" de esclarecer as circunstâncias da morte de João Miranda do Carmo "e castiguem" os responsáveis.

A mesma entidade denunciou que no ano passado houve un aumento significativo das agressões e homicídios de profissionais da comunicação social.

Organizações internacionais também têm alertado para o aumento da violência contra jornalistas no Brasil.

João Miranda do Carmo, de 54 anos, já tinha apresentado queixas na polícia por causa de ameaças.

Lusa

  • Salah Abdeslam deixa cadeira vazia na leitura da sua sentença
    2:05

    Mundo

    O único suspeito vivo dos ataques de Paris em 2015 foi esta segunda-feira condenado a 20 anos de prisão por um tribunal belga, num processo paralelo: um tiroteio em março de 2016, em Bruxelas. Tanto Salah Abdeslam como o cúmplice não quiseram estar na leitura da sentença. O julgamento de Salah Abdeslam pelos ataques de Paris só deverá acontecer no próximo ano, em França.

  • Beyoncé e a irmã caem no Coachella e o vídeo torna-se viral

    Cultura

    Beyoncé voltou este fim de semana a subir ao palco do Coachella, depois de ter atuado na primeira semana do festival que decorreu no deserto da Califórnia, nos EUA. A cantora norte-americana voltou a brilhar, mas foi o momento em que caiu no palco com a irmã, Solange, que acabou por se tornar viral.

    SIC

  • Cientistas querem sequenciar genomas de 15 milhões de espécies

    Mundo

    Um consórcio internacional de cientistas, que por enquanto não inclui portugueses, propõe-se sequenciar, catalogar e analisar os genomas (conjuntos de informação genética) de 15 milhões de espécies, uma tarefa que levará dez anos a fazer, foi divulgado esta segunda-feira.