sicnot

Perfil

Mundo

Morre médico baleado por paciente em Berlim

© Hannibal Hanschke / Reuters

Morreu o médico que esta manhã foi baleado num hospital universitário em Steglitz, na área de Berlim, Alemanha. De acordo com a agência Reuters, o atirador era um paciente e ter-se-á suicidado de seguida. A polícia diz que não há sinais de que o incidente se tratasse de um ataque terrorista.

Uma porta-voz da polícia disse à agência noticiosa AFP que vários tiros foram disparados num hospital universitário num bairro rico do sudoeste de Steglitz da capital alemã.

"Segundo informação preliminar, um paciente atingiu um médico a tiro no hospital e depois suicidou-se", disse.

Os disparos ocorreram no Hospital Universitário Charit, por volta das 11 da manhã locais (12:00 em Lisboa), depois de quatro ataques registados na Alemanha desde 18 de julho, que causaram no total 10 mortos de 12 feridos.

O tiroteio aconteceu numa altura em que a Alemanha está no limite, depois de quatro ataques violentos no sul do país.

Um requerente de asilo sírio fez-se explodir no exterior de um festival de música e feriu 15 outras pessoas em Ansbach no domingo, seis dias depois de quatro passageiros de um comboio terem sido feridos com um machado por outro requerente de asilo, em Wuerburg, no dia 18 de julho.

O grupo extremista Estado Islâmico reivindicou ambos os ataques.

Na sexta-feira, nove pessoas foram mortas num centro comercial durante um tiroteio em Munique levado a cabo por um adolescente germano-iraniano com um historial de problemas psicológicos, mas sem ligações aparentes aos 'jihadistas'.

No domingo, um refugiado sírio matou uma mulher polaca de 45 anos com uma grande faca de kebab num café no sudoeste da cidade de Reutlingen.

A polícia concluiu que o incidente, onde três outras pessoas ficaram feridas, foi provavelmente um "crime passional".

  • Dono de submarino é o único suspeito da morte de jornalista sueca
    1:51

    Mundo

    A polícia dinamarquesa confirmou que o corpo decapitado encontrado junto ao mar, perto de Copenhaga, é o da jornalista sueca desaparecida há mais de 10 dias. Kim Wall estava a fazer uma reportagem sobre um submarino artesanal com o criador, que é agora o principal suspeito do crime. Parte do corpo foi encontrada na segunda-feira e identificada através de exames de ADN.