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Hiroshima pede respeito e fim dos Pokestops no memorial das vítimas

reuters

O memorial de Hiroshima na cidade japonesa tem sido palco da "febre" do Pokemon Go, para desagrado das autoridades. A cidade pediu à Niantic Inc, que desenvolveu o jogo, para acabar com os Pokestops até 6 de agosto, dia do aniversário do bombardeamento de 1945.

A Niantic ainda não reagiu ao pedido das autoridades de Hiroshima, cujo memorial vai ser palco, mais uma vez, das homenagens solenes às vítimas.

Desde o lançamento do jogo de realidade aumentada, o local tem sido, porém, cenário para a busca por pokemons.

Noutros locais do mundo, entidades como o Museu Memorial do Holocausto em Washington, EUA, fizeram pedidos idênticos à Niantic Inc. O diretor do Museu considerou que "o jogo não é adequado para um espaço que serve de memória às vítimas do regime nazi".

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