sicnot

Perfil

Mundo

Vinte dissidentes cubanos em greve de fome

Guillermo Fariñas

© Ginnette Riquelme / Reuters

Cerca de vinte cubanos ligados à organização de oposição ao regime União Patriótica de Cuba (UNPACU) estão em greve de fome em protesto contra a crescente repressão no país, disseram na terça-feira dirigentes daquela estrutura.

Algumas pessoas estão há quase duas semanas em greve de fome, disse à agência de notícias EFE Ovidio Martín Castellanos, da direção da NPACU.

Guillermo Fariñas, um dos mais conhecidos dissidentes cubanos, integra o grupo em protesto, tendo iniciado a greve de fome a 20 julho. Está "cansado e sonolento", mas disposto a continuar, segundo disse o próprio à EFE.

Fariñas afirmou que este protesto é "muito importante" perante a crescente repressão violenta em Cuba, que tem vindo a ser denunciada por opositores ao regime de Raul Castro.

A UNPACU apelou a um dia de jejum hoje em vários pontos do país em solidariedade com os dissidentes em greve de fome, que pedem respeito pelos direitos humanos em Cuba.

O apelo da UNPACU é para que sejam respeitadas 12 horas de jejum e tem a expetativa de que cerca de 200 pessoas se unam ao protesto no país.

Em Miami, nos Estados Unidos da América, está também a ser organizada uma vigília que contará com a presença do líder da UNPACU, José Daniel Ferrer, ex-preso político que teve autorização para sair de Cuba, pela primeira vez, em junho deste ano.

Lusa

  • Pedrógão e o Governo das culpas dos outros

    Opinião

    Depois das revelações do ‘Expresso’ e do ‘i’, o primeiro-ministro e os ministros saíram à rua com uma estratégia muito bem definida: desmentir a existência de listas secretas e centrar as atenções no Ministério Público. Ao mesmo tempo, nas redes sociais, está em curso (mais) uma campanha contra os jornalistas. Os anónimos, com cartão de militante, que escrevem nessas páginas acusam os jornais das “mais rebuscadas teorias da conspiração”. Nada de novo portanto.

    Bernardo Ferrão

  • "A verdadeira questão são as imagens com que abrimos o Jornal, é um país que está a arder"
    2:52

    Opinião

    A polémica em torno do número de vítimas da tragédia de Pedrógão Grande esteve em análise no Jornal da Noite. Miguel Sousa Tavares diz não compreender "que se faça disto uma questão política" e reitera que o foco deve centrar-se nas imagens de "um país que está a arder". O comentador SIC afirma ainda que "64 mortos num incêndio é um escândalo, um número absurdo".

    Miguel Sousa Tavares

  • "Hoje vi chover lume"
    3:57
  • Quase mil bombeiros combatem chamas na Sertã
    1:37

    País

    O incêndio que deflagrou no domingo, na Sertã, concelho de Castelo Branco, ainda não foi extinto. Perto de mil homens combatem as chamas no terreno, apoiados por 10 meios aéreos. O fogo tem frentes em Mação e Proença-a-Nova.

  • Proteção Civil acusada de gestão errática no incêndio de Mação
    1:26

    País

    O comandante dos Bombeiros de Constância e o vice-Presidente da Liga dos Bombeiros acusam a Proteção Civil de desviar meios do fogo de Mação, em Santarém, que eram essenciais para travar o incêndio. As chamas desceram da Sertã e acabaram por queimar uma casa de habitação.

  • Milhares de clientes da CGD vão pagar quase 5€/ mês por comissões de conta
    1:24
  • O apelo da adolescente arrependida de ir lutar pelo Daesh

    Daesh

    Uma adolescente alemã que desapareceu da casa dos pais, no estado da Saxónia, esteve entre os vários militantes do Daesh detidos este fim de semana na cidade iraquiana de Mossul. Arrependida do rumo que deu à sua vida, deixou um apelo emocionado em que expressa, repetidamente, a vontade de "fugir" e voltar para casa.

    SIC

  • Bebé Charlie Grad já não vai receber tratamento nos EUA

    Mundo

    A mãe de Charlie Grad disse esta segunda-feira que o bebé poderia ter vivido uma vida normal, caso tivesse começado a receber tratamento cedo. Já o pai admitiu que o filho não iria viver até ao primeiro aniversário. O bebé foi diagnosticado com uma doença rara e um hospital em Inglaterra pediu permissão para desligar a ventilação artificial e fornecer-lhe cuidados paliativos. O Tribunal Europeu dos Direitos Humanos aceitou e, até hoje, os pais travaram uma batalha na Justiça para suspender a decisão na esperança de irem tratar o filho nos Estados Unidos da América.