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Como manter a chama acesa numa relação longa

Segundo um novo estudo, a chave para manter a chama acesa nas relações longas é responder às necessidades um do outro, fora do quarto. Um grupo de investigadores norte-americanos e israelitas descobriram que as mulheres reagem muito melhor a esta sensibilidade.

Para o estudo, cerca de cem casais mantiveram um diário durante três semanas. Para além de descreverem o desejo sexual que sentiam pelo parceiro, tinham também de analisar o quão suscetível o parceiro era. Os resultados foram publicados no Journal of Personality and Social Psychology.

Gurit Birnbaum, professor de psicologia da Universidade de Herzliya, em Israel, é o coautor do projeto. "A nossa pesquisa mostra que um casal que é sensível às necessidades um do outro, fora do quarto, é capaz de manter o seu desejo sexual."

Parceiros recetivos - que perceberem as necessidade emocionais um do outro - demonstram um melhor entendimento do parceiro e acredita-se que investem muito mais na relação.

"Quando um parceiro é realmente suscetível às necessidades do outro, a relação é muito mais especial e única. E a pessoa alvo da recetividade é vista como apreciada e desejada", o professor Birnbaum disse. "A recetividade, que é um tipo de intimidade, é muito importante numa relação, uma vez que mostra que o parceiro está mesmo interessado no bem-estar do outro. Mas de uma forma aberta e informada sobre o que o outro realmente quer."

"O desejo sexual prospera na intimidade criada pelo casal e, ser recetivo é uma das melhores maneiras de manter a chama acesa com o passar do tempo."

  • Fuga de Vale de Judeus em junho de 1975 no Perdidos e Achados
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    Perdidos e Achados

    Prisão Vale de Judeus, final de tarde de domingo, dia 29 de junho de 1975. O plano da fuga terá sido desenhado por uma vintena de homens. Serrada a presiana metálica era preciso passar, para fora do edifício, as cabeceiras dos beliches onde os presos dormiam. Ao longo de cerca de uma hora 89 detidos, agentes da PIDE/DGS, a Polícia Internacional e de Defesa do Estado português extinta depois da revolução de 1974, fogem do estabelecimento prisional.

    Segunda-feira no Jornal da Noite