sicnot

Perfil

Mundo

Microsoft vai despedir mais de quatro mil trabalhadores

© Mike Segar / Reuters

A Microsoft anunciou hoje que vai despedir mais 2.850 pessoas em todo o mundo, número que se soma aos 1.850 trabalhadores que disse, em maio, que iria despedir e que pertencem à sua unidade de telecomunicações móveis.

O despedimento de cerca de 2.850 trabalhadores que irá realizar em todo o mundo até ao final do próximo exercício fiscal que termina em junho de 2017 é explicado pelo gigante tecnológico em comunicado enviado à Comissão da Bolsa de Valores dos Estados Unidos (em inglês SEC) pela necessidade de uma melhor gestão dos recursos humanos.

"Esta medida vai permitir complementar e reforçar o corte em pessoal da unidade de telecomunicações móveis já anunciado em maio passado", salienta.

"No quarto trimestre do exercício de 2016, a equipa de gestão aprovou planos de reestruturação que se traduzem em cortes de postos de trabalho, principalmente no negócio dos 'smartphones' e na divisão de vendas globais", esclarece ainda.

O número global de empregos que serão suprimidos com os planos de reestruturação da Microsoft é de 4.700 pessoas, cerca de 4,1% do total dos trabalhadores da multinacional no exercício que terminou a 30 de junho deste ano, que era de 114.000 colaboradores.

A multinacional, para fazer face aos planos de reestruturação, comprometeu uma verba de 501 milhões de dólares (594 milhões de euros) no exercício fiscal de 2016, incluindo dinheiro para despesas de indemnização e outros custos de reorganização.

A Microsoft não espera ter de afetar novas verbas aos planos de reestruturação nos próximos anos.


Lusa

  • "Temos de jogar melhor do que frente à Espanha"
    0:45
  • Ronaldo é o jogador que mais preocupa os marroquinos
    2:35
  • Recorda-se de Tahar? O ex-futebolista marroquino que já jogou em Portugal
    6:10
  • "Somos 11 milhões, queremos ser campeões e as russas são grandes canhões"
    3:54
  • Denis Cheryshev: o orgulho dos anfitriões

    Mundial 2018 / Rússia

    O avançado Denis Cheryshev foi eleito o Homem do Jogo entre Rússia e Egito, que os russos venceram por 3-1. Marcou o segundo golo dos anfitriões, o terceiro em nome próprio no Mundial e juntou-se a Cristiano Ronaldo no topo da lista de melhores marcadores. Aos 27 anos e a jogar o primeiro Mundial da carreira, Cheryshev continua a assumir-se como um dos principais rostos da esperança russa para o sucesso desta campanha. Depois de já ter sido o melhor em campo no triunfo sobre a Arábia Saudita, a nação anfitriã vê-o como uma espécie de porta-estandarte do orgulho russo na defesa da pátria.

  • Gato Achilles acerta no resultado do Rússia-Egito

    Desporto

    O gato Achilles é o adivinho dos jogos do Mundial na Rússia. Depois de ter acertado na vitória da Rússia frente à Arábia Saudita, o felino voltou a apostar na equipa certa, com os russos a vencerem esta terça-feira o Egipto por 3-1.

  • Os momentos que marcaram o 6.º dia de Mundial
    0:58
  • Ronaldo no País dos Sovietes: O espetáculo fora das quatro linhas
    2:30
  • "Quando o Cristiano Ronaldo te convidar para almoçar, recusa"

    Desporto

    Na possibilidade de ser convidado por Cristiano Ronaldo para um almoço ou jantar, recuse. Este é o conselho de Patrice Evra, que revelou o "sofrimento" que passou quando aceitou almoçar em casa do capitão da seleção nacional, na altura em que ambos jogavam pelo Manchester United. O jogador francês falou sobre a comida "demasiado saudável" e o exercício que acabou por ter de fazer, enquanto podia estar a descansar.

    SIC

  • "Quero ir com a minha tia", o desespero das crianças afastadas dos pais nos EUA
    2:11

    Mundo

    A nova política de imigração de Donald Trump está a suscitar reações indignadas. Na fronteira com o México, as crianças refugiadas estão a ser retiradas à força aos pais e levadas para centros de acolhimento. Esta terça-feira, foi divulgado um registo áudio de uma criança a suplicar pelos pais a um dos agentes da polícia fronteiriça.

  • Protecionismo de Trump abala Wall Street

    Economia

    Abalada pela exacerbação das disputas comerciais entre os EUA e a China, a bolsa nova-iorquina encerrou esta terça-feira em baixa, com o seletivo Dow Jones a fechar em queda pela sexta sessão consecutiva.