sicnot

Perfil

Mundo

Air France prevê cancelar 10% dos voos na terça-feira

A companhia aérea Air France anunciou que prevê cancelar na terça-feira 10% dos seus voos, no sétimo e último dia de uma greve convocada por sindicatos do pessoal de cabine.

Depois de hoje ter anulado 20% dos voos, a companhia indicou em comunicado que na terça-feira haverá cerca de 25% de grevistas, um número inferior ao de 32% que tinha sido avançado para hoje.

Com base nas informações relativas ao pessoal que se declarou em greve, a Air France tenciona manter na terça-feira a totalidade dos voos de longa distância, 85% dos voos europeus com destino ou origem no aeroporto Charles de Gaulle, em Paris, e "cerca de 90%" dos voos internos em França.

A companhia indicou ainda que pontualmente poderá haver outros cancelamentos ou atrasos e acrescentou que as anulações de hoje estão de acordo com o que tinha sido previsto.

Desde o início da greve, na passada quarta-feira, já foram cancelados mais de 900 voos.

A greve destina-se a pressionar a administração a negociar o acordo que fixa as condições de trabalho, remunerações e promoções. O atual acordo expira no final de outubro e a administração propôs um prolongamento por mais 17 meses, mas os sindicatos querem um novo acordo com uma vigência de três a cinco anos.

Lusa

  • "É pesado dizer a miúdos que ainda ontem os pais estavam a ensinar o atar ténis que vão ficar em prisão preventiva"
    2:49
  • Pecado da gula ameaça maior anfíbio do mundo

    Mundo

    O maior anfíbio do mundo está em sério risco de extinção. Iguaria muito apreciada no Oriente, a salamandra-gigante-da-China já praticamente desapareceu do seu habitat natural, concluiu uma pesquisa realizada durante quatro anos. Em contraste, milhões de animais são reproduzidos em cativeiro e têm como destino restaurantes de luxo.

  • Gases tóxicos expelidos pelo Kilauea ameaçam a população no Havai
    1:51
  • Gilberto Gil cancela atuação em Israel

    Cultura

    O músico brasileiro Gilberto Gil cancelou a atuação que tinha marcada para Telavive, em Israel, no dia 4 de julho, na sequência de protestos em Gaza durante os quais o exército daquele país matou 60 palestinianos.