sicnot

Perfil

Mundo

Falha informática obriga a suspensão de todos os voos da Delta Airlines

​Uma falha informática obrigou a transportadora aérea dos Estados Unidos Delta Airlines a suspender todos os voos com descolagem prevista para a manhã de hoje, anunciou a empresa.

"A Delta sofreu uma falha informática que está a afetar os voos previstos para a manhã de hoje. Voos que aguardam descolagem estão atrasados. Voos que já se encontram em trânsito estão a operar com normalidade", refere um comunicado da Delta Airlines.

A Delta, que opera mais de 5.400 voos por dia e voa para 64 países, aconselhou todos os passageiros a verificarem a situação dos respetivos voos "enquanto o problema está a ser resolvido".

A companhia aérea não deu nenhuma informação sobre a causa da avaria, nem precisou quanto tempo será necessário para resolver o problema.

Na rede social Twitter, alguns responsáveis da Delta disseram ter sido detetado "um problema na totalidade do sistema" e pediram paciência aos passageiros que lhes enviaram mensagens.

A Delta Airlines, fundada em 1929, é uma das principais transportadoras aéreas dos Estados Unidos e está baseada em Atlanta, no estado da Geórgia.

Lusa

  • Cancelamento ou atraso de voos podem levar a indemnização
    4:30

    Economia

    Há companhias aéreas que não respeitam os direitos dos passageiros e, só no ano passado, ficaram por pagar cerca de 8 milhões de euros de indemnizações. O cancelamento ou o atraso do voo pode levar a uma indemnização entre os 250 e os 600 euros, consoante a distância percorrida. Os cálculos são de uma empresa especializada em tratar de pedidos de indemnização em nome dos clientes.

  • Cerca de 200 mexicanos retidos há vários dias no aeroporto de Madrid

    Mundo

    Perto de 200 cidadãos mexicanos estão retidos há vários dias, nalguns casos há duas semanas, no Aeroporto de Barajas, em Madrid, à espera de vaga num voo de regresso a casa. Em comum têm o facto de terem adquirido um bilhete da Aeromexico de baixo custo, disponível apenas para funcionários da companhia aérea ou familiares. Estes bilhetes têm a particularidade de só darem acesso a voos nos quais haja lugares disponíveis, o que nem sempre acontece nesta altura do ano.

  • Paulo Macedo pede calma para o bem do banco
    1:45

    Caso CGD

    Paulo Macedo falou pela primeira vez desde que foi eleito o novo Presidente da Caixa Geral de Depósitos e, para o bem do banco público, pediu calma a todos. Passos Coelho veio dizer que a recapitalização da Caixa pode ter de ser feita no verão do próximo ano para salvaguardar o défice deste ano. Já António Costa preferiu não comentar as declarações de Passos e diz que o banco público há muito que precisava de ser recapitalizado.

  • Condutores continuam com dúvidas em como circular numa rotunda
    2:06

    País

    Circular nas rotundas continua a ser um problema para muitos condutores. Cerca de 3 mil foram multados nos últimos três anos depois da entrada em vigor do novo código, os números são avançados pela Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária. Os instrutores de condução dizem que a medida provoca mais confusão nas horas de ponta.

  • O que aconteceu à menina síria que relatava a guerra no Twitter?
    1:59
  • Youtuber Miguel Paraiso escreveu uma paródia musical para a Reportagem da SIC "Renegados"
    1:27

    Grande Reportagem SIC

    O youtuber Miguel Paraiso escreveu uma paródia musical para a Grande Reportagem SIC "Renegados". Desde ontem já teve 67 mil visualizações no Facebook. Imagine que ia renovar o cartão de cidadão e diziam-lhe que afinal não é português? Mesmo tendo nascido, crescido, estudado e trabalhado sempre em Portugal? Foi o que aconteceu a inúmeras pessoas que nasceram depois de 1981, quando a lei da nacionalidade foi alterada.«Renegados» é como se sentem estes filhos de uma pátria que os excluiu. Para ver, esta quarta-feira, no Jornal da Noite da SIC.

  • "A nossa guerra não deixou heróis, só vilões e vítimas"
    5:26

    Mundo

    Luaty Beirão é o rosto mais visível de um movimento de contestação ao regime angolano que começou em 2011, ano da Primavera árabe. Mas a par dos 15+2, mediatizados num processo que os condenou por lerem um livro, outros activistas arriscam diariamente a liberdade.