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Governo de Ancara volta a exigir aos EUA extradição de Fethullah Gülen

© Charles Mostoller / Reuters

O Governo turco voltou a exigir aos Estados Unidos a extradição do teólogo islamita Fethullah Gülen, acusado de fomentar o fracassado golpe militar, ao argumentar que Washington se deve colocar do lado dos golpistas ou do povo turco.

"Sei que as autoridades norte-americanas são rápidas e terão em consideração que a situação de Gülen é prejudicial para os interesses dos Estados Unidos", afirmou o vice-primeiro-ministro Numan Kurtulmus, em declarações recolhidas pelo diário Hurriyet.

Kurtulmus referia-se à exigência formulada por Ancara para que Washington detenha e extradite Gülen, que reside nos Estados Unidos da América desde 1999.

Em paralelo, o responsável ministerial, também porta-voz do Executivo, anunciou que 216 militares, incluindo nove generais, e membros de forças de segurança permanecem em fuga e estão a ser procurados pelas autoridades três semanas após a tentativa abortada de golpe.

"186 membros das Forças armadas e 30 da polícia nacional estão em fuga. Entre eles encontram-se nove generais", disse no final de uma reunião do conselho de ministros.

Ao exigir a extradição de Gülen, o vice-primeiro-ministro recordou a "manifestação de apoio à democracia" que decorreu no domingo em Istambul como uma demonstração da unidade popular que alimentou a pressão sobre os Estados Unidos.

Segundo as autoridades turcas a iniciativa juntou cinco milhões de pessoas, 1,5 milhões segundo os media independentes.

"Após esta manifestação, estamos a registar importantes dúvidas entre os líderes dos EUA sobre amparar e proteger aí Gülen", assinalou.

Lusa

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