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Operação policial investiga crimes na brasileira Eletronuclear

© Sergio Moraes / Reuters

A polícia e o Ministério Público Federal (MPF) do Brasil desencadearam hoje a Operação Irmandade para investigar membros de uma organização criminosa que seria responsável pelo desvio de dinheiro público em obras da empresa do setor de energia Eletronuclear.

A ação é uma continuação da operação Pripyat, que por sua vez foi um desdobramento das investigações de corrupção na petrolífera estatal brasileira Petrobras.

A operação Pripyat, desencadeada no início de julho, investiga crimes de corrupção e branqueamento de capitais na construção da central de Angra 3 da Eletronuclear.

Ao todo, a justiça brasileira acusou mais 11 pessoas por crimes de branqueamento de capitais, formação de organização criminosa e falsidade ideológica.

Os suspeitos são acusados de usar empresas de fachada para emitir notas fiscais falsas a pedido de grandes construtoras que foram usadas nas obras dos estádios do campeonato do Mundo de futebol de 2014, da Ferrovia Norte-Sul e do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj).

O empresário Samir Assad está entre os presos e é acusado de ter cometido delitos que vão do branqueamento de capitais à falsidade ideológica.

Samir Assad é irmão de Adir Assad, preso na operação Pripyat.

Os dois são suspeitos de liderar um núcleo que criou empresas de fachada responsáveis pelo branqueamento de cerca de 176 milhões de reais (50,25 milhões de euros) em dinheiro a pedido de construtoras brasileiras.

Lusa

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