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Ativistas denunciam novo ataque com gás de cloro em Alepo

© Abdalrhman Ismail / Reuters

Ativistas sírios denunciaram esta quinta-feira um novo ataque com gás de cloro alegadamente perpetrado pelas forças do regime do Presidente Bashar al-Assad num bairro da cidade de Alepo, no norte da Síria, e que fez pelo menos três mortos.

O ativista Mohamed Khaled disse à agência de notícias espanhola Efe que uma mulher e duas crianças da mesma família morreram na quarta-feira à noite e outras 50 pessoas sofreram sintomas de asfixia devido a um ataque com gás de cloro na zona de Al-Zabdiya, no sul de Alepo.

De acordo com a mesma fonte, helicópteros do exército governamental sírio lançaram quatro barris de gás de cloro sobre essa área, controlada por fações rebeldes moderadas, como o Exército Livre Sírio (ELS).

A Defesa Civil síria, uma organização de voluntários que presta cuidados de saúde em zonas controladas pela oposição, confirmou a morte de uma mulher e duas crianças, além de sete feridos afetados por asfixia.

Segundo um vídeo publicado na Internet pela Defesa Civil, o ataque foi levado a cabo com projéteis carregados de cloro, que os voluntários mostram nas imagens em que se vê também a destruição total de uma casa.

Em Genebra, o enviado especial das Nações Unidas para a Síria, Staffan de Mistura, disse que "há muitas provas de que o ataque químico aconteceu", acrescentando que a agência competente da ONU está a investigar o incidente.

"Se aconteceu, é um crime de guerra e, como tal, requererá a atenção de todos imediatamente", sublinhou.

No início deste mês, a Defesa Civil síria denunciou um bombardeamento com substâncias químicas na localidade de Saraqeb, no leste da província setentrional de Idleb, que afetou cerca de 30 pessoas.

A Rússia, aliada de Assad, denunciou outro ataque com armas químicas alegadamente perpetrado por um grupo da oposição num bairro residencial de Alepo, em que morreram sete pessoas e 23 apresentaram sintomas de asfixia e queimaduras.

Lusa

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