sicnot

Perfil

Mundo

Detido homem que vendeu arma ao autor do tiroteio em Munique

O suspeito, que estava detido e sob investigação por alegada venda ilegal de armas pela internet, diz ter vendido uma Glock 17 ao atirador, que no 22 de Julho fez 9 vítimas mortais e que depois do ataque, se suicidou.

As autoridades prenderam-no a norte de Frankfurt, depois de se terem feito passar por compradores de armas.

O detido admitiu ter se encontrado com o autor do tiroteio em duas ocasiões. A primeira, a 20 de maio, quando vendeu a pistola Glock 17, e quatro dias antes do massacre em Munique para a entrega das munições.

De acordo com o suspeito, o atirador, com 18 anos, terá comprado a arma do crime e mais de 450 munições para concretizar o ataque junto ao Centro Comercial Olympia, em Munique.

  • Vídeo mostra suspeito de tiroteio em Munique a gritar que é alemão

    Mundo

    Um vídeo amador mostra um dos suspeitos do tiroteio em Munique que se escondeu num parque de estacionamento. O homem grita "sou alemão" e "seus malditos turcos". Tudo começou volta das 17:00, em Lisboa, com uma chamada de emergência que dava conta que um homem tinha começado a disparar no centro comercial Olympia, presumivelmente num restaurante de fast food. A polícia da cidade pediu aos habitantes para permanecerem em casa ao mesmo tempo que suspendia o serviço em vários meios de transporte. Na rede social twitter, a polícia admite que não sabe quem são os autores deste tiroteio, fala no plural, pedindo à população para ficar em casa e se estiver na rua para ter cuidado.

  • Jovem de 15 anos detido na Alemanha por suspeitas de terrorismo

    Mundo

    Um jovem de 15 anos foi detido na Alemanha, suspeito de estar a preparar um ataque terrorista nos arredores de Estugarda. A polícia descobriu no apartamento do suspeito um pequeno arsenal, que incluía balas, facas e material explosivo. Sabe-se que o jovem mantinha contacto com o atirador de Munique, um jovem de 18 anos. De acordo com a polícia, foram ainda encontrados mapas e desenhos que indicavam o local do possível ataque, além de instruções para a construção de explosivos. O jovem está neste momento numa ala psiquiátrica.

  • Um retrato devastador do "pior dia do ano"
    2:47
  • Um olhar sobre a tragédia através das redes sociais
    3:22
  • "Estão a gozar com os portugueses, esta abordagem tem de mudar"
    6:45

    Opinião

    José Gomes Ferreira acusa as autoridades e o poder político de continuarem a abordar o problema da origem dos fogos de uma forma que considera errada. Em entrevista, no Primeiro Jornal, o diretor adjunto da SIC, considera que a causa dos fogos "é alguém querer que a floresta arda". José Gomes Ferreira sublinha que não se aprendeu com os erros e que "estão a gozar com os portugueses".

    José Gomes Ferreira

  • "Os portugueses dispensam um chefe de Governo que lhes diz que isto vai acontecer outra vez"
    6:32

    Opinião

    Perante o cenário provocado pelos incêndios, os portugueses querem um chefe de Governo que lhes diga como é que uma tragédia não volta a repetir-se e não, como disse António Costa, que não tem uma fórmula mágica para resolver o problemas dos fogos florestais. A afirmação é de Bernardo Ferrão, da SIC, que questiona ainda a autoridade da ministra da Administração Interna para ir a um centro de operações, uma vez que é contestada por toda a gente.

  • Portugal precisa de "resultados em contra-relógio, após décadas de desordenamento florestal"
    1:18
  • Jornalista que denunciou corrupção do Governo de Malta morre em explosão

    Mundo

    A jornalista Daphne Caruana Galizia, que acusou o Governo de Malta de corrupção, morreu esta segunda-feira, numa explosão de carro. O ataque acontece duas semanas depois de a jornalista maltesa recorrer à polícia, para dizer que estava a receber ameaças de morte. A morte acontece quatro meses após a vitória do Partido Trabalhista de Joseph Muscat, nas eleições antecipadas pelo primeiro-ministro, após as alegações da jornalista, que o ligavam a si e à sua mulher ao escândalo dos Panama Papers. O casal negou as acusações de que teriam usado uma offshore para esconder pagamentos do Governo do Azerbaijão.