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Rússia nega responsabilidade do ataque ao bairro de criança síria de 5 anos

Rússia nega responsabilidade do ataque ao bairro de criança síria de 5 anos

A Rússia nega ser responsável pelo ataque contra o bairro de Alepo, onde vivia a criança síria de 5 anos, cuja imagem se tornou viral. Moscovo acedeu finalmente aos pedidos das Nações Unidas, que alertam para a urgência de fazer uma pausa de 48 horas para levar ajuda humanitária a Alepo.

  • O olhar desta criança está a comover o mundo
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    Mundo

    Omran Daqneesh tem 5 anos. O corpo coberto de pó e a cara está ensanguentada. Está sentado na ambulância, sem dizer uma palavra ou verter uma lágrima. A imagem tornou-se viral e ilustra o horror de quem vive na Síria.O vídeo foi registado pela Aleppo Media Center minutos após um ataque aéreo num bairro da cidade.

  • Frio no fim de semana, regiões do interior podem chegar aos -5 °C
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    País

    A Proteção Civil emitiu um alerta para o tempo frio e seco e pede cuidados redobrados. As temperaturas já começaram a descer, com regiões a registarem valores negativos. No interior, podem chegar aos 5 graus negativos. Até ao Natal o tempo vai manter-se frio, seco e com ausência de chuva.

  • Bombeiro ferido nos fogos de Pedrógão Grande regressou a casa
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    Tragédia em Pedrógão Grande

    Seis meses depois dos incêndios de Pedrógão Grande, regressou a casa o último dos bombeiros de Castanheira de Pera que estava internado desde junho. Rui Rosinha esteve em coma mais de dois meses e tem ainda pela frente uma longa recuperação. O bombeiro não quer que o país esqueça o que aconteceu e espera que as duas tragédias deste ano (fogos de junho e outubro) sirvam de lição para o futuro.

  • Pedrógão Grande, seis meses depois - documentário Expresso
    0:29
  • Fitch retira Portugal do "lixo"
    2:20
  • PS volta a subir nas intenções de voto e não baixa dos 40%
    2:01
  • Marcelo evita "ideia de que o ano foi todo muito bom"
    3:14

    País

    Marcelo Rebelo de Sousa disse esta sexta-feira que 2017 teve "o melhor e o pior" e que "é preciso evitar a "ideia que o ano foi todo muito bom". O Presidente da República fez estas declarações depois de António Costa ter dito que a nível económico este "foi um ano particularmente saboroso".