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ONU exige investigação independente a violações dos direitos humanos no Iémen

Reuters

As Nações Unidas exigiram hoje a criação de um organismo internacional para investigar violações dos direitos humanos no Iémen, palco de um conflito que causou mais de 6.600 mortos em 17 meses.

Num relatório divulgado em Genebra, o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos denuncia nomeadamente ataques visando civis em mercados, estabelecimentos de saúde e escolares, utilização de minas terrestres e de bombas de fragmentação, assim como o recrutamento de crianças.

"Os civis no Iémen sofrem há anos de uma forma insustentável devido a vários conflitos armados que se sobrepõem", declarou o Alto Comissário para os Direitos Humanos, Zeid Ra'ad Al Hussein, citado num comunicado.

"E continuam a sofrer, sem qualquer forma de justiça (...) enquanto a impunidade prevalece para os responsáveis por violações e abusos contra eles", adiantou.

Considerando que "a comunidade internacional não pode continuar a tolerar uma situação manifestamente tão injusta e que já dura há tanto tempo", o Alto Comissário exigiu a criação de um "organismo internacional e independente para realizar inquéritos exaustivos sobre o Iémen".

Até 23 de agosto, 3.799 civis morreram e 6.711 foram feridos no conflito, metade dos quais em ataques aéreos da coligação dirigida pela Arábia Saudita.

Em março de 2015, Riade constituiu uma aliança árabe para evitar o avanço dos rebeldes xiitas 'huthis', apoiados pelo Irão e por fiéis do antigo presidente Ali Abdallah Saleh, que alargavam o seu controlo no Iémen após terem conquistado a capital, Sanaa, e obrigado à fuga do presidente Abd Rabbo Mansur Hadi.

O relatório do Alto Comissariado indica que pelo menos 7,6 milhões de pessoas, entre as quais três milhões de mulheres e crianças, estão desnutridos, enquanto cerca de três milhões de pessoas foram obrigados a fugir das suas casas.

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