sicnot

Perfil

Mundo

ONU realiza terceira votação sobre candidatos a secretário-geral

Os membros do Conselho Segurança da ONU vão fazer hoje uma terceira votação informal sobre os candidatos a secretário-geral da organização, que incluem o ex-primeiro-ministro português António Guterres.

Nas primeiras duas votações, que ocorreram a 21 de julho e 5 de agosto em Nova Iorque, António Guterres foi o candidato mais apoiado.

Durante a votação, cada um dos 15 membros do Conselho de Segurança indica se "encoraja", "desencoraja" ou se "não tem opinião" sobre os candidatos.

Na primeira votação, Guterres recebeu 12 votos de encorajamento e nenhum de desencorajamento. Na segunda, teve 11 votos "encoraja", dois votos "não tem opinião" e dois "desencoraja".

Neste momento, existem 11 candidatos ao cargo, metade dos quais mulheres.

Até ao momento, a ex-ministra croata Vesna Pusic foi a única que desistiu da corrida.

O Conselho de Segurança continuará a realizar votações informais sobre os candidatos até que um surja como consensual, devendo depois o conselho recomendar um nome para aprovação pela Assembleia-Geral da ONU, que reúne representantes de 193 países.

A organização espera ter encontrado o sucessor de Ban Ki-moon, que termina o seu segundo mandato no final do ano, durante o outono.

Apesar de ter uma função essencialmente de representação e mediação - o Conselho de Segurança é o órgão decisório das Nações Unidas - o secretário-geral da ONU comanda uma estrutura com 41.000 funcionários civis, com um orçamento anual de cerca de 2,7 mil milhões de dólares (2,41 mil milhões de euros) e coordena a administração das 16 operações de manutenção de paz (capacetes azuis) que a ONU tem atualmente no terreno, que mobilizam mais de 101.000 militares e polícias, com um orçamento de cerca de oito mil milhões de dólares (7,15 mil milhões de euros).

Lusa

  • "Quem faz isto sabe estudar os dias e o vento para arder o máximo possível"
    4:15
  • O balanço trágico dos incêndios do fim de semana
    0:51

    País

    Mais de 500 mil hectares de área ardida, 42 vítimas mortais, 71 de feridos, dezenas de casas e empresas destruídas. É este o balanço de mais um fim de semana trágico para Portugal a nível de incêndios florestais.

  • 2017: o ano em que mais território português ardeu
    1:41

    País

    Desde janeiro, houve mais área ardida do que em qualquer outro ano na história registada de incêndios florestais. Segundo dados provisórios do Sistema Europeu de Informação sobre Fogos Florestais, mais de 519 mil hectares foram consumidos pelas chamas até 17 de outubro, o que representa quase 6% de toda a área de Portugal. 

  • "Viverei com o peso na consciência até ao último dia"
    3:00
  • O que resta de Tondela depois dos incêndios
    1:07

    País

    O concelho de Tondela é agora um mar de cinzas, imagens recolhidas pela SIC com um drone mostram bem a dimensão do que foi destruído pelos incêndios. Perto 100 habitações principais ou secundárias, barracões, oficinas e stands arderam. 

  • Moradores reuniram esforços para salvar idosos das chamas em Pardieiros
    2:50

    País

    O incêndio de domingo em Nelas fez uma vítima mortal: um homem de 50 anos, de Caldas da Felgueira, que regressava de uma aldeia vizinha, onde tinha ido ajudar a combater as chamas. Em Pardieiros, no concelho de Carregal do Sal, várias casas arderam e uma jovem sofreu queimaduras ao fugir do incêndio. Durante o incêndio, pessoas reuniram esforços para salvar a povoação.

  • A fotografia que está a correr (e a impressionar) o Mundo

    Mundo

    A fotografia de uma cadela a carregar, na boca, o cadáver calcinado da cria está a comover o mundo. Entre as muitas fotografias que mostram o cenário causado pelos incêndios que devastaram a Galiza nos últimos dias, esta está a causar especial impacto. O registo é do fotógrafo Salvador Sas, da agência EFE. A imagem pode impressionar os mais sensíveis.

  • As lágrimas do primeiro-ministro do Canadá

    Mundo

    O primeiro-ministro da Canadá, Justin Trudeau, emocionou-se esta quarta-feira ao falar de um artista que morreu depois de perder uma luta contra o cancro. Gord Downie, vocalista da banda de rock canadiana "The Tragically Hip", faleceu esta terça-feira, aos 53 anos, vítima de um tumor cerebral.