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Vaticano canoniza hoje madre Teresa de Calcutá

© Andrew Wong / Reuters

A canonização de madre Teresa de Calcutá hoje no Vaticano vai contar com a assistência de mais de 100 mil pessoas e mais de 15 delegações oficiais, envoltos num importante dispositivo de segurança.

O porta-voz do Vaticano, Greg Burke, não quis adiantar uma estimativa do número de pessoas que vão assistir às cerimónias, mas afirmou que foram já distribuídos 100 mil bilhetes gratuitos para entrar na praça de São Pedro. Os fiéis deverão também concentrar-se na avenida da Conciliação, que liga a cidade-Estado a Roma, e nas ruas adjacentes.

As cerimónias da canonização, decretada pelo papa Francisco a 15 de março, vão decorrer na praça de São Pedro a partir das 10:30 (09:30 em Lisboa), um dia antes do 19.º aniversário da morte de madre Teresa.

O Vaticano acreditou mais de 600 jornalistas de todo o mundo e 125 televisões vão transmitir as cerimónias, que vão decorrer sob um importante sistema de segurança, que levou ao corte do trânsito, há alguns meses, na avenida da Conciliação, à divisão em três zonas da praça de São Pedro e à presença de cerca de três mil agentes das forças de segurança. O espaço aéreo da zona também foi encerrado, disse Greg Burke.

À missa de canonização celebrada por Francisco vai assistir o brasileiro Marcilio Haddad Andrino, cuja "cura extraordinária e inexplicável" constituiu o segundo milagre que elevou madre Teresa aos altares.

A festa litúrgica da nova santa vai ser celebrada pela primeira vez na segunda-feira, dia da morte da fundadora da Ordem das Missionárias da Caridade, com uma nova missa na praça de São Pedro, sob a presidência do secretário de Estado, cardeal Pietro Parolin, a partir das 10:00 (09:00 em Lisboa).

Nascida a 26 de agosto de 1910 numa família albanesa em Skopje (Macedónia), Agnes Gonxha Bojaxhiu entrou aos 18 anos na ordem das irmãs de Nossa Senhora do Loreto em Dublin (Irlanda), onde tomou o nome de Teresa, em homenagem a santa Teresa de Lisieux.

No início de 1948, instalou-se num bairro de lata de Calcutá para tratar e ensinar. Em 1979, o seu trabalho foi distinguido com o prémio Nobel da Paz. Madre Teresa morreu naquela cidade, em 1997, com 87 anos.

Lusa

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