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Alegado ataque aéreo com gás de cloro sobre Alepo

reuters

As forças governamentais sírias estão a ser acusadas de terem derramado sobre Alepo bombas com gás de cloro. Há pelo menos 80 vítimas.

As vítimas estão com várias dificuldades respiratórias, após o ataque no subúrbio de Sukkari.

A informação ainda não foi confirmada, mas a Defesa Síria Civil publicou um vídeo nas redes sociais, no qual mostra crianças com dificuldades respiratórias, com máscaras de oxigénio. A Defesa Síria Civil é uma organização de voluntários que trabalha nas operações de resgate, em áreas controladas pelos rebeldes. São conhecidos como os "Capacetes Brancos".

O mês passado, um inquérito liderado pelas Nações Unidas concluiu que o governo sírio levou a cabo ataques com gás de cloro pelo menos duas vezes.

O cloro é um químico industrial comum que é proibido no uso de armas, ao abrigo da Convenção sobre Armas Químicas. Se entrarem elevadas concentrações deste químico nos pulmões, pode mesmo levar à morte.

No norte do país, pelo menos 17 pessoas morreram, entretanto, em bombardeamentos e numa explosão, informou o Observatório Sírio dos Direitos Humanos.

Sete das vítimas mortais - incluindo uma menina, dois membros da Defesa Civil e um combatente islâmico -- perderam vida num ataque perpetrado por aviões de guerra contra a localidade de Jan Shijun, no sul da província de Idleb.

A ONG, que não precisou a origem dos equipamentos, acrescentou que o bombardeamento causou dezenas de feridos.

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