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Obama alerta contra respostas simplistas face ao terrorismo

O presidente norte-americano apelou este sábado, véspera dos 15 anos dos atentados de 11 de setembro, para não se ceder às respostas simplistas face ao terrorismo, numa alusão a Donald Trump que espera ser seu sucessor.

"O modo como reagimos ao terrorismo tem importância", sublinhou Barack Obama na sua prestação semanal na rádio.

"Não podemos reagir de um modo que vá corroer o próprio tecido da nossa sociedade", adiantou, a dois meses das presidenciais, que oporão o republicano magnata do imobiliário à democrata Hillary Clinton.

Segundo Obama, é diversidade dos Estados Unidos, o seu "modo de acolher todos os talentos, de tratar todos da mesma forma qualquer que seja a sua raça, sexo ou religião", que contribui para fazer dele "um grande país".

"E se permanecermos fieis a estes valores, honraremos a memória daqueles que perdemos e manteremos o nosso país livre e forte", disse ainda.

O presidente norte-americano já criticou por diversas vezes a retórica perigosa do candidato republicano à Casa Branca em relação aos muçulmanos.

Após o ataque em San Bernardino (Califórnia) em dezembro, Trump propôs a proibição temporária da entrada em território norte-americano de todos os muçulmanos.

Evocando um dos dias "mais sombrios" da história dos Estados Unidos, 11 de setembro de 2001, Obama sublinhou que muito mudou desde então.

"Matámos Usama bin Laden. Reforçámos a segurança do território norte-americano. Evitámos ataques. Salvámos vidas", enumerou.

Mas ao mesmo tempo, adiantou, referindo os atentados de Boston, San Bernardino ou Orlando, a "ameaça terrorista evoluiu".

"No Afeganistão, no Iraque, na Síria e além dela, combateremos incansavelmente as organizações terroristas, como a Al-Qaida e o grupo Estado Islâmico", disse.

"Destrui-los-emos e continuaremos a fazer tudo o que podermos para proteger o nosso país", acrescentou Obama.

Os atentados de 11 de setembro de 2001 causaram perto de 3.000 nos Estados Unidos, 2.753 em Nova Iorque.

Lusa

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