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Opositor cubano Guillermo Fariñas parou greve de fome ao fim de 54 dias

O ativista cubano Guillermo Fariñas abandonou esta segunda-feira a greve de fome e sede que mantinha há 54 dias e que iniciou para exigir ao Governo de Cuba o fim da repressão contra os dissidentes, indicou o seu porta-voz, Jorge Luis Artiles.

Citado pela agência de notícias espanhola Efe, o porta-voz precisou que Fariñas pôs termo à greve a pedido do grupo que lidera, a ilegal Frente Antitotalitária Unida (Fantu), cujos membros consideraram que com a greve de fome se conseguiu que a União Europeia (UE) introduzisse no seu acordo com o Governo cubano um artigo "relacionado com o fim da violência contra a dissidência".

Esta foi a 25.ª greve de fome de Guillermo Fariñas, de 54 anos, distinguido em 2010 com o prémio Sakharov do Parlamento Europeu para a Defesa dos Direitos Humanos.

Lusa

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