sicnot

Perfil

Mundo

Jimmy Fallon acusado de ajudar a "humanizar um monstro"

Jimmy Fallon massajou o cabelo de Donald Trump em direto. O gesto está a ser fortemente criticado nas redes sociais. A brincadeira de desmentir os boatos sobre o cabelo de Donald Trump tornou-se polémica e Fallon está a ser acusado de ajudar um "ditador" a parecer simpático na televisão.

Muitos afirmaram no Twitter que não voltam a assistir ao progama e acusam o apresentador de "tentar humanizar um montro" e de "ser neutro" em relação a questões como o racismo.

O momento permitiu ao candidato mostrar o seu lado mais descontraído num dos programas com mais audiência dos Estados Unidos.

  • Jimmy Fallon cumpre sonho americano: despenteia Trump
    1:09

    Mundo

    Têm sido várias as aparições de Donald Trump em programas de televisão durante a campanha para as presidenciais, mesmo naqueles onde costuma ser alvo de piada. O republicano esteve no último programa de Jimmy Fallon. O apresentador norte-americano é conhecido por criticar o candidato republicano, desta vez teve oportunidade de brincar com uma das características mais distintivas do milionário: o cabelo.

  • BE acusa direita de bloquear atual comissão à CGD
    1:37

    Caso CGD

    O Bloco de Esquerda acusa a oposição de estar a fazer tudo para impedir as conclusões da comissão de inquérito sobre a Caixa Geral de Depósitos que está em curso. Numa altura em que PSD e CDS já entregaram o requerimento para avançar com uma segunda comissão, Catarina Martins defende que ainda há muita coisa por apurar sobre o processo de recapitalização do banco público.

  • Visita de Costa a Angola pode estar em risco
    2:26

    País

    A visita de António Costa a Luanda poderá estar em risco devido à acusação da justiça portuguesa contra o vice-Presidente de Angola. O jornal Expresso avança que o comunicado com a reação dura do Governo angolano é apenas o primeiro passo e que pode até estar a ser preparado um conjunto de medidas contra Portugal. Para já, o primeiro-ministro português desvaloriza a ameaça e mantém a visita marcada para a primavera.