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Dois italianos raptados na Líbia e desconhece-se destino de um canadiano

Dois italianos foram esta segunda-feira raptados no sul da Líbia, segundo o Governo de Itália, e o do Canadá procura determinar se o mesmo sucedeu a um cidadão canadiano.

Segundo vários meios de comunicação social, os dois italianos e o canadiano foram raptados em conjunto e trabalhavam para a mesma sociedade de manutenção no aeroporto de Ghat, na fronteira com a Argélia.

Em Roma, o Governo indicou "estar informado da situação e, depois de ter sabido da notícia durante a manhã, está a seguir os desenvolvimentos", adiantando que "está a trabalhar com a máxima reserva, dada a delicadeza da situação".

Por seu turno, o Ministério dos Negócios Estrangeiros canadiano procurava esclarecer a situação de um dos seus cidadãos na região.

Várias empresas italianas trabalham na Líbia e o seu pessoal expatriado tem sido vítima de raptos durante os últimos anos.

No último caso, quatro italianos empregados de uma sociedade de construção foram raptados em julho de 2015 perto de um complexo da companhia petrolífera italiana ENI, na região de Mellitah, a oeste de Tripoli, numa zona onde já tinham ocorrido outros raptos.

Depois de mais de seis meses de detenção em más condições, dois deles foram mortos em circunstâncias ainda hoje por esclarecer, durante um ataque à coluna em que eram transportados.

Os dois outros, que tinham sido separados dos primeiros várias semanas antes, foram libertados sãos e salvos alguns dias depois, por uma operação de milícias líbias contra combatentes do grupo que se designa por Estado Islâmico, na região de Sabrata, na parte ocidental do país.

Lusa

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