sicnot

Perfil

Mundo

ONU preparada para retomar comboios humanitários na Síria

A ONU anunciou esta quarta-feira estar preparada para retomar os seus comboios humanitários em direção a zonas cercadas na Síria, suspensos na terça-feira após um ataque, na segunda-feira, contra uma coluna de camiões perto de Alepo.

"A preparação destes 'comboios' foi agora retomada e estamos preparados para enviar ajuda às zonas cercadas e de difícil acesso o mais cedo possível", indicou em comunicado o gabinete dos Assuntos humanitários da ONU.

Este anúncio surge após a reunião de hoje do Conselho de Segurança da ONU onde foi de novo abordada a situação na Síria.

"As Nações Unidas continuam a apelar para um acesso seguro, sem condições, sem entraves e contínuo" para fornecer assistência aos sírios "onde quer que estejam", indica ainda o comunicado.

O texto também indica que desde terça-feira a ONU apenas suspendeu os seus 'comboios' para as zonas cercadas e de difícil acesso. Em outras regiões do país "as operações humanitárias prosseguiram sem interrupção nos últimos dias para ajudar as pessoas com necessidades, incluindo em Damasco", e o lançamento de ajuda aérea aos habitantes de Deir Ezzor (leste), cercados pelo grupo 'jihadista' Estado Islâmico.

A suspensão dos 'comboios' humanitários da ONU em direção às zonas cercadas e de difícil acesso foi assim de curta duração, de acordo com as informações deste gabinete.

O ataque, que ocorreu ao início da noite de segunda-feira, atingiu uma coluna de camiões com ajuda humanitária da ONU e do Crescente Vermelho sírio, que deveriam ser distribuídos por 78.000 pessoas em Orum al-Koubra, oeste da província de Alepo.

Cerca de 20 civis, e o diretor da secção local do Crescente Vermelho sírio, Omar Barakat, foram mortos quando descarregavam os camiões. 18 dos 31 veículos foram destruídos.

Ainda não existe qualquer certeza sobre a origem do ataque, e segundo a ONU todas as partes no conflito foram informadas deste 'comboio' humanitário.

Lusa

  • TAP recruta mais assistentes de bordo
    2:40

    Economia

    A TAP assegura que, até ao final de outubro, os problemas com falta de tripulação vão terminar. Até ao final do ano vão ser contratados novos assistentes de bordo, mas o sindicato diz que não chega.