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Congresso elimina veto de Obama a processos à Arábia Saudita pelo 11 de setembro

O Congresso dos EUA aprovou esta quarta-feira, por larga maioria, a rejeição de um veto do Presidente Barack Obama de uma lei que autorizava os familiares das vítimas do 11 de setembro a processarem a Arábia Saudita.

Esta foi a primeira vez que um veto de Obama foi rejeitado no congresso.

Os membros da Câmara dos Representantes aprovaram, por 348 votos contra 77, a rejeição do veto, pouco depois de um voto similar do Senado.

Na sexta-feira, Obama tinha vetado a lei que autorizava aqueles processos visando a Arábia Saudita, um aliado dos EUA, cuja implicação naqueles atentados nunca foi demonstrada.

Quinze dos 19 autores dos atentados, que fizeram mais de três mil mortos em 2001, eram cidadãos sauditas.

Desde a sua chegada ao poder em 2009, Barack Obama usou o seu direito de veto por 112 vezes, mas a maioria de dois terços no Congresso necessária para os rejeitar nunca tinha sido conseguida.

No Senado, este raro voto bipartidário foi ainda mais acentuado, com 97 senadores, em 100, a votarem a rejeição do veto, contra apenas um, o de Harry Reid, que chefia a minoria democrata na câmara alta.

O porta-voz da Casa Branca, Josh Earnest, saudou a "coragem" deste senador e retomou os argumentos de segurança usados por Obama para justificar o seu veto.

"Esta foi talvez a decisão mais embaraçante que o Senado dos EUA alguma vez tomou desde 1983", considerou, a propósito deste voto de hoje.

"O facto de os membros do Senado norte-americano só trem sido informados há pouco tempo do impacto negativo desta proposta de lei, para os nossos militares e diplomatas é em si embaraçante", acrescentou.

A Casa Branca tinha estimado que o texto enfraquecia o princípio de imunidade que protege os Estados (e os seus diplomatas) de processos judiciais e poderia criar o risco, por um efeito boomerang, expor os EUA a processos em vários tribunais pelo mundo.

Lusa

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