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Tribunal proíbe publicação de fotos roubadas da conta iCloud de Pippa Middleton

reuters

O Tribunal Superior de Justiça de Londres proibiu a publicação das fotos privadas de Pippa Middleton, cunhada do príncipe William, roubadas da sua conta iCloud.

O Tribunal proíbe a publicação de "qualquer foto ou outra informação" proveniente da conta pessoal de Philippa Middleton. Indicou que a identidade do pirata informático ainda não é conhecida.

A polícia britânica deteve um homem de 35 anos suspeito de envolvimento no roubo de fotografias no sábado à tarde no condado inglês de Northamptonshire. O homem foi entretanto libertado.

A Scotland Yard anunciou no sábado estar a investigar a denúncia de que um pirata informático estaria a tentar vender 3.000 fotografias roubadas da conta iCloud de Pippa Middleton.

Segundo noticiaram os tabloides The Sun e Daily Mail, um vendedor anónimo ofereceu-se, através de mensagens codificadas de WhatsApp, para vender a alguns meios de comunicação britânicos fotografias do príncipe, da sua mulher Kate Middleton e dos filhos de ambos, George e Charlotte, entre outras.

Segundo os jornais, hackers informáticos teriam roubado cerca de 3.000 fotografias pessoais do álbum de Pippa Middleton, entre as quais imagens de vestidos de noiva e festas privadas.

O vendedor anónimo pretendia vender as fotos aos media britânicos ou norte-americanos por 50.000 libras (57.758 euros).

Citado pelo The Sun, um porta-voz do círculo de Pippa Middleton confirmou a implicação de advogados e da polícia no presumível roubo.

Pippa Middleton, de 33 anos, é a irmã mais nova da duquesa de Cambridge e ficou famosa depois de surgir como dama de honra no casamento de Kate com o príncipe William em 2011.

Em agosto de 2014, diversas atrizes, entre as quais Jennifer Lawrence, foram vítimas de pirataria informática que levou à publicação de fotografias em que surgem nuas, roubadas do iCloud.

A gigante norte-americana Apple negou falhas no seu sistema de segurança, afirmando que os piratas teriam conseguido responder corretamente às questões de segurança ou desviar as palavras passe através de operações de phishing.

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